Este filme tenta ser aquilo que nunca deveria ser. Tenta forçar sentido de humor, dimensão e “humanizar” personagens violentas e desequilibradas.

A Harley Quinn diz que eles são os maus, mas insiste-se em problemas amorosos, familiares e na clássica questão que os assassinos também têm honra, família, e são homens de palavra.

Raios partam! Para quê complicar o que deveria ser simples?Algum do humor até consegue ser bom (ridículo, mas interessante) e o elenco por vezes consegue entreter q.b., mas depois vêm os flashbacks desnecessários e todos os problemas pessoais. Um vilão também é homem de família. Um vilão também sofre por amor. Blá, blá, blá…

E que raio anda o Joker para ali a a fazer? Um desperdício de talento, digo eu.

E depois querem-me fazer realmente acreditar que um gajo com um fetiche por unicórnios, que utiliza como arma um boomerang e uma mulher maluca com uma bastão são necessários ao lado de um demónio de fogo (literalmente).

O que vão eles fazer contra um vilão que se teletransporta e abre buracos no céu?

Suicide Squad sofre muito de falta de coerência, mesmo sendo um filme de meta-humanos, perdendo-se em momentos desnecessários e tentando forçar simpatia por um leque de personagens que deveriam ser uma escumalha do pior, mas que no fundo, apesar de mandarem as piadas ocasionais, não passam de seres com problemas familiares e emocionais.

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