Inner Ghosts precisa da nossa ajuda

Esta jornada de terror está a ser completamente produzida em Lisboa, Portugal, por um grupo de profissionais de mais de 10 países diferentes, apaixonados pelo género e completamente comprometidos em criar um filme que tornar-se-á, verdadeiramente, num clássico europeu do terror.

Trabalhamos juntos em mais de 10 diferentes fusos horários. Nós somos fãs de terror, tal como tu! Nós adoramos os mesmos filmes que tu adoras e sabemos que o nosso filme vai fazer-te tremer.

Mas nós precisamos da tua AJUDA!

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Suicide Squad (2016)

Este filme tenta ser aquilo que nunca deveria ser. Tenta forçar sentido de humor, dimensão e “humanizar” personagens violentas e desequilibradas.

A Harley Quinn diz que eles são os maus, mas insiste-se em problemas amorosos, familiares e na clássica questão que os assassinos também têm honra, família, e são homens de palavra.

Raios partam! Para quê complicar o que deveria ser simples? Continue reading “Suicide Squad (2016)”

The Jungle Book (2016)

Não li o livro de Rudyard Kipling, pelo que não sei até que ponto esta adaptação de Favreau foi fiel. De qualquer maneira, não é isso que me traz aqui e também não acho que seja de extrema importância adaptar um livro letra por letra.

O filme é bonito de se ver. É fantástico ver toda aquela vida selvagem e pensar que tudo o que vemos é criado por computador. Tenho as minhas dúvidas de o rapaz, Mogli, também não o será… Sim, ainda não é tudo perfeito. Notam-se alguns (poucos) momentos em que o CGI falha, mas são momentos fugazes e não incomodam nem estragam a experiência.

O problema é que um filme não vive só de beleza digital. A história tem que ser também ela interessante e cativante.

E não o foi, quer-me parecer. Falta muito desenvolvimento nas personagens principais. Eu não consegui ficar agarrado a nenhuma delas da forma que queria. Quero com isto dizer, que embora ache os pequenos lobos fofinhos, ou o tigre uma ameaça, nunca chego a torcer de forma profunda por nenhum deles.

Fica tudo num nível bastante baixo em termos emocionais e por isso achei os momentos climáticos (especialmente a música grandiosa) sensaborão. Na verdade, nada culmina de uma forma que me agrade particularmente.

E achei as partes em que os animais cantam muito deslocadas do resto da ação. Sem falar que, para o fim, Mogli regressa à sua alcateia em cinco minutos, quando passou dias a vaguear.

Acho que é demasiado simplista e poderia ter sido bem melhor. É extremamente bonito, mas pouco envolvente. Vê-se bem, em família, mas não tem nada o destaque e por isso mesmo não ficará guardado na memória. Pelo menos durante muito tempo…

★★★