A Janela indiscreta de Stan Romanek

Um dos meus maiores medo é estar deitado na minha cama a fazer uma qualquer atividade mundana, e reparar num extraterrestre a espreitar pela janela. Não consigo sequer imaginar o que sentiu Stan Romanek quando aconteceu isso mesmo.

Para os fã de Ovnilogia, aconselho vivamente “Extraordinary: The Stan Romanek Story“, um documentário disponível no Netflix onde são apresentadas algumas das dezenas de experiências que um homem teve com extraterrestres.

Existem testemunhas, fotografias, chamadas telefónicas, equações matemáticas que ninguém percebe, telepatia, raptos, operações, extraterrestes que espreitam à janela, extraterrestres que espreitam por portas. Material que parece não acabar.

Tudo credível. Nada inventado por Stan Romanek.

Eu não vejo como possa existir qualquer tipo de manipulação. A não ser com a história da pornografia infantil. Isso aposto que teve mão do governo dos EUA.

Stan Romanek é o messias de uma raça de extraterrestres e nós, humanidade, não estamos a saber receber a sua mensagem.

The Mummy: o início, ou talvez o fim de uma nova saga

Ao que parece a Universal pretende trazer para o grande ecrã diversos monstros clássicos e fazer, à semelhança da Marvel e da DC, um conjunto de filmes interligados entre si com personagens que transitam de um filme para o outro à medida que vão sendo adicionadas novas..

O primeiro filme desta nova saga foi The Mummy, uma nova adaptação modernizada do clássico de 1932 com o grande Boris karloff no papel da decrépita múmia.

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Split: heróis e vilões de Shyamalan

Shyamalan é um dos meus realizadores preferidos. Apesar de ter tido uns percalços pelo caminho, nomeadamente com After Earth, The Happening e The Last Airbender, sempre mantive a minha confiança no indiano.

Quando está no topo da sua forma a forma como movimenta a camâra, como conta as suas histórias e como dirige os atores é absolutamente fantástica.

Fiquei aliviado quando deixou de lado as produções milionárias e regressou aos filmes mais intimistas. The Visit já me pareceu mais Shyamalan, e este Split também.

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Guardians Of The Galaxy Vol. 2

O primeiro filme surpreendeu-me pela positiva. Não estava à espera de me divertir tanto com árvores e guaxinins falantes, confesso. Mas foi o que aconteceu e a minha expectativa para a continuação estava em alta.

O que eu não queria era que James Gunn se pusesse a inventar. Apenas que mantivesse o mesmo tom despreocupado e divertido.

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Ghost In The Shell (2017)

Sou um grande fã da animação japonesa. Não sei até que ponto a adaptação de Mamoru Oshii foi fiel ao manga original, mas gostei imenso de Ghost In The Shell. Achei a história muito interessante, com personagens cativantes e a banda sonora muito, muito boa

Esta incursão por Hollywood, com Rupert Sanders ao leme e Scarlett Johansson como protagonista, no final fica como uma pequena amostra do universo criado por Mamoru Oshii.

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