Cadence of Hyrule: Link e Zelda em novos ritmos

Hesitei muito antes de comprar este jogo, pois tinha a sensação que não ia gostar muito do género. A verdade é que só paguei os 20 euros por causa da ligação ao universo Zelda e, agora que o terminei, posso dizer que estou um pouco arrependido de o ter feito.

Cadence of Hyrule é divertido mas não esteve à altura das minhas expectativas. A banda sonora é , de facto, excelente, mas curta. Aliás, a experiência é demasiado curta para o preço pedido. Esperem por uma promoção.

Daredevil: a terceira temporada

Estrearam diversas séries de super-heróis na Netflix, mas Daredevil continua a ser a única que faço questão de ver mal saia uma nova temporada. Na verdade, ainda só assisti a Daredevil e a Jessica Jones. Tentei ver Luke Cage, mas não terminei (nem quero) e The Punisher ficou apenas e só como uma vontade que não realizei.

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O regresso aos universos de Fringe

Lembro-me perfeitamente de acompanhar Fringe. Recordava-me dos finais espetaculares, sempre inesperados, de temporada. Recordava-me do elenco fortíssimo. Recordava Walter Bishop com saudosismo. A sua demanda e o seu amor pelo filho, filhos, inabalável. Recordava Peter Bishop, o filho, que se tornou pai. Olivia Dunham a agente “sem emoções” que afinal era a mais emotiva. Astrid, a quem Walter trocava sempre o nome. Broyles ,com a sua postura. Nina Sharp, Belly, etc.

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Celeste: uma jornada até ao coração da montanha

Confesso que não sabia nada acerca deste jogo até começar a ler diversas opiniões positivas. Confesso, também, que já o terminei há umas semanas atrás. Provavelmente toda a gente já conhece os encantos da pequena Madeline, mas enfim, fica aqui mais uma opinião positiva de Celeste.

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