The Mummy: o início, ou talvez o fim de uma nova saga

Ao que parece a Universal pretende trazer para o grande ecrã diversos monstros clássicos e fazer, à semelhança da Marvel e da DC, um conjunto de filmes interligados entre si com personagens que transitam de um filme para o outro à medida que vão sendo adicionadas novas..

O primeiro filme desta nova saga foi The Mummy, uma nova adaptação modernizada do clássico de 1932 com o grande Boris karloff no papel da decrépita múmia.

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Split: heróis e vilões de Shyamalan

Shyamalan é um dos meus realizadores preferidos. Apesar de ter tido uns percalços pelo caminho, nomeadamente com After Earth, The Happening e The Last Airbender, sempre mantive a minha confiança no indiano.

Quando está no topo da sua forma a forma como movimenta a camâra, como conta as suas histórias e como dirige os atores é absolutamente fantástica.

Fiquei aliviado quando deixou de lado as produções milionárias e regressou aos filmes mais intimistas. The Visit já me pareceu mais Shyamalan, e este Split também.

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Ghost In The Shell (2017)

Sou um grande fã da animação japonesa. Não sei até que ponto a adaptação de Mamoru Oshii foi fiel ao manga original, mas gostei imenso de Ghost In The Shell. Achei a história muito interessante, com personagens cativantes e a banda sonora muito, muito boa

Esta incursão por Hollywood, com Rupert Sanders ao leme e Scarlett Johansson como protagonista, no final fica como uma pequena amostra do universo criado por Mamoru Oshii.

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Alien: Covenant

Ridley Scott esqueceu-se completamente do que fez Alien ser um dos clássicos do cinema! Alien era simples na premissa. Um monstro desconhecido começa a dizimar a tripulação de uma nave que vagueia pela vastidão do espaço. Ridley não precisou de explicar as origens do monstro negro. O mistério tornou tudo ainda mais interessante e, principalmente, assustador.

Sozinhos no espaço, mesmo se gritarmos ninguém nos vai conseguir ouvir.

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Suicide Squad (2016)

Este filme tenta ser aquilo que nunca deveria ser. Tenta forçar sentido de humor, dimensão e “humanizar” personagens violentas e desequilibradas.

A Harley Quinn diz que eles são os maus, mas insiste-se em problemas amorosos, familiares e na clássica questão que os assassinos também têm honra, família, e são homens de palavra.

Raios partam! Para quê complicar o que deveria ser simples? Continue reading “Suicide Squad (2016)”