Blaster Master Zero: um clássico renovado

Estive em dúvida se devia comprar este jogo, no entanto, o charme retro que tanto me cativa, chamou a minha atenção, e tornou-se difícil resistir a Blaster Master Zero.

Tive a NES, mas confesso que não joguei o original da Sunsoft, pelo que também seria interessante tentar perceber a razão deste remake de um jogo lançado em 1988.

Blaster Master Zero coloca-nos num futuro pós-apocalíptico em que um indivíduo chamado Jason encontra um veículo de guerra chamado Sophia III. Como é óbvio, Jason decide experimentar Sophia III e desata a desbravar caminho pelo subterrâneo da Terra, uma vez que a malta teve que deixar a superfície devastada.

Basicamente, temos cenários em que avançamos a um estilo Metroidvania, dentro na Sophia III, destruindo monstros e procurando por portas que levarão a novos cenários. Mas, e para tornar a experiência ainda melhor, temos a possibilidade de sair da Sophia III e percorrer os cenários a pé.

Quer com isto dizer que a forma de jogar vai variando, embora o objetivo seja mais ou menos sempre o mesmo: descobrir a forma de deixar o cenário, encontrar os bosses e destruir esses mesmos bosses, colecionar upgrades para a sophia e para Jason até chegarmos ao monstro final e assim concluir o jogo.

Existe uma história, mas não é nada de especial, embora contribua para tornar a experiência mais satisfatória.

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Forma.8: perdidos num mundo alienígena

O que mais me chamou a atenção quando vi este jogo ser anunciado para a Switch, foi o estilo gráfico. Gostei bastante da palete de cores e de todo o minimalismo apresentado em Forma.8.

Claro que nem sempre um jogo bonito acaba por ser divertido, mas acabei por comprar o jogo e, agora que já o terminei, posso dizer que Forma.8 é bastante interessante na sua proposta, embora nem sempre consiga manter o nível de interesse.

Quero com isso dizer, que Forma.8 frustrou-me algumas vezes.

O jogo não explica nada e, nesse aspecto, é um bocado old-school. Eu gosto de levar o meu tempo com um jogo e não me importo nada de descobrir o que fazer a seguir sem qualquer tipo de ajuda. No entanto, em Forma.8, isso às vezes me aborrecia um bocadinho, uma vez que dava por mim a voar pelos mesmos sítios várias vezes, sem saber bem o que estava a fazer.

É que o jogo falha um bocadinho em apresentar diversidade nas secções do planeta que tinha para explorar. Ao fim de algum tempo, acabei por me perder, sem saber se já tinha feito tudo o que havia para fazer numa determinada secção. E dava por mim a voltar para trás e a ficar aborrecido por andar à procura do que fazer para avançar na história.

Para ajudar, o combate em Forma.8 é difícil de controlar. Embora goste de voar com a pequena sonda por enormes desfiladeiros, sobrevoar monstros gigantes e ruínas de uma civilização misteriosa, quando surgiam os inimigos era difícil combatê-los.

Esses momentos em que me perdia, era encurralado por inimigos e frustrado não os conseguia combater como queria, mancharam um bocadinho a minha experiência com este jogo.

No entanto, recomendo-o à mesma!

O jogo é lindo com uma boa ambientação e embora tenha a sua própria cadência, que provavelmente não será para toda a gente, e tenha provocado em mim alguns momentos de frustração, a sua proposta minimalista e misteriosa cativou-me.

Bulb Boy: um pesadelo bizarro

Este jogo parecia-me ser bem demente, com um toque de surrealidade e boas doses de bizarrice.

Foi, portanto, com bastante naturalidade que adicionei Bulb Boy à minha biblioteca digital da Nintendo Switch.

Apesar de ser um jogo curto, Bulb Boy é interessante e bem divertido, à sua maneira é claro.

Controlamos um miúdo com uma cabeça de lâmpada, que tem de enfrentar vários monstros e percorrer as divisões da sua casa cheias de armadilhas e ainda tentar salvar o seu avô e o seu cão de toda a loucura retorcida que para ali vai.

É uma aventura point & click com bons puzzles e toda uma estética  e ambientação muito sui generis que me agradou. Existe ali muito terror parvo e humor ainda mais parvo, mas tudo flui e é óptimo constatar que o pequeno jogo não se leva muito a sério.

Não será uma experiência para todos, uma vez que é bem estranho este Bulb Boy, mas acho que vale a pena uma espreitadela.

Helix: o vírus dos imortais

Uns dias atrás, quando navegava pela lista das séries que a Netflix carinhosamente recomenda que veja, deparei-me com uma que captou a minha atenção.

Normalmente, costumo informar-me um pouco antes de começar uma série. Fazer uma espécie de filtragem, para que não sinta que vá desperdiçar o meu precioso tempo.

Mas, com Helix, perdi a cabeça. Comecei a ver sem saber ao que ia, apesar de no fundo sentir que iria ver uma série medíocre.

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Shovel Knight: um jogo essencial na Nintendo Switch

Mais um belíssimo jogo Indie que estava curioso para experimentar. Foi por isso, com pouca hesitação, que decidi comprar mal ficou disponível na Nintendo Switch.

Foi anunciado como um regresso ao saudoso tempo em que reinavam os jogos de plataformas nas consolas de 8 bits e, como passei a minha infância com a NES, tinha a certeza que Shovel Knight seria um festim para mim.

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The Mummy: o início, ou talvez o fim de uma nova saga

Ao que parece a Universal pretende trazer para o grande ecrã diversos monstros clássicos e fazer, à semelhança da Marvel e da DC, um conjunto de filmes interligados entre si com personagens que transitam de um filme para o outro à medida que vão sendo adicionadas novas..

O primeiro filme desta nova saga foi The Mummy, uma nova adaptação modernizada do clássico de 1932 com o grande Boris karloff no papel da decrépita múmia.

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