Suicide Squad (2016)

Este filme tenta ser aquilo que nunca deveria ser. Tenta forçar sentido de humor, dimensão e “humanizar” personagens violentas e desequilibradas.

A Harley Quinn diz que eles são os maus, mas insiste-se em problemas amorosos, familiares e na clássica questão que os assassinos também têm honra, família, e são homens de palavra.

Raios partam! Para quê complicar o que deveria ser simples? Continuar a ler “Suicide Squad (2016)”

Nostalgia em tamanho pequeno

Normalmente a primeira experiência em qualquer coisa, fica sempre com um lugar especial nas nossas memórias. No meu caso, relativamente aos videojogos, a NES está nesse lugar especial.

Foi a minha primeira consola e a minha porta de entrada no mundo dos videojogos. Continuar a ler “Nostalgia em tamanho pequeno”

Um bravo novo mundo em The Legend of Zelda: Breath of the Wild

Apesar de ter tido experiências fantásticas na Nintendo 64, a razão pela qual comprei a consola há largos anos atrás, foi apenas um jogo: The Legend of Zelda Ocarina of Time.

E nunca me arrependi. Ainda hoje, mais nenhum jogo criou em mim a mesma sensação de espanto que tive quando entrei pela primeira vez em Hyrule em 3 dimensões. Continuar a ler “Um bravo novo mundo em The Legend of Zelda: Breath of the Wild”