Com a idade dela, mal tinha coordenação para bater palmas

Este foi, definitivamente, o melhor vídeo que vi hoje! Eduarda Henklein, uma menina brasileira de 5 anos, a tocar em bateria Toxicity dos System Of A Down.

Repito: Uma menina com 5 anos, a tocar System Of A Down! Não sei o que mais me impressiona. Se a idade, se a coordenação, se o gosto musical… Pôrra, ainda há esperança!

Os efeitos especiais em Game of Thrones

Incrível como os efeitos especiais têm se tornado parte intrínseca da série Game of Thrones. A Mackevision, um dos estúdios responsável por esses efeitos especiais, decidiu mostrar em vídeo, um pouco desse trabalho excecional.

Pode-se perder um bocadinho de magia e do realismo, mas é muito interessante perceber como são possíveis todos aqueles cenários grandiosos. Tudo isto, apresentado  de forma simples e cativante.

Tributo metaleiro aos videojogos

É certo que faltam imensos jogos que fizeram parte da história dos videojogos, mas os que foram escolhidos para este tributo, não deixam de trazer uma enorme carga de nostalgia.

São 38, desde Pong até Dark Souls II, passando por grandes clássicos da era dos bits (agora é tudo medido em gigas de RAM e velocidades de processador).

Excelente!

Estamos todos ligados

Este pequeno vídeo da WWF, mostra, ainda que só um bocadinho, como a espécie humana faz parte da natureza e como nós todos estamos mais “ligados” aos animais e á vida selvagem, do que se pensamos.

Ainda vamos a tempo de fazer parte deste planeta e não tentar conquistá-lo e explorá-lo!

Os gigantes do Universo

Uma imagem que exemplifca a escala do tamanho de alguns corpos celestesDa esquerda para a direita: Anã vermelha, o Sol, Anã azul e a estrela R136a1

Se as formigas pensassem, qual seria o seu pensamento sempre que olhassem para cima e vissem um individuo da espécie humana?

Viveriam eternamente assustadas ou maravilhadas por partilharem o solo com seres tão gigantescos?

E nós, gigantes para as formigas, vistos do espaço, não passaremos também de “formigas”?

E o nosso belo planeta, que alberga milhões e milhões de seres minúsculos e gigantescos, como se sente perante colossos como Júpiter ou a nossa estrela, o Sol?

Mas, e se fizermos uma viagem pelo Universo? Como se sentiria no final dessa jornada o Sol, esse gigante brilhante? Pequeno, certamente, como poderão confirmar assistindo ao vídeo que se segue:

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Ritmos da noite em capela

Apesar de não ter vivido propriamente a minha adolescência na década de 90, lembro-me perfeitamente de várias canções que marcaram essa década.

Rhythm of the Night da Corona – e várias outras, pois a Corona era uma espécie de Rainha do Eurodance dessa década – , a fabulosa, hipnótica e bastante demente música de Scatman John, Scatman (Ski-Ba-Bop-Ba-Dop-Bop), Smells like Teen Spirit dos Nirvana, All That She Wants, dos Ace of Base, Zombie dos The Cranberries, Black or Whitedo Michael Jackson, Saturday Night da Whigfield, Bicho do Iran Costa, que foi uma enorme febre entre a malta jovem, entre outras tantas.

Agora que referi o Eurodance ali em cima, é pena que esse movimento tenha perdido muita da influência que tinha nas pistas de dança. Nada como as pérola que tivemos deste género há 15 anos atrás!

Mas deixemos de falar do passado, até porque senão fico nostálgico.

Cliquem mas é aqui para verem este vídeo espetacular em Capella, de alguns sucessos que marcavam presença habitual nas discotecas nos anos 90, e que me levou a escrever este artigo.