A minha odisseia com Mario

A Nintendo não para de me surpreender.

Acertou em cheio com a Nintendo Switch, trouxe um jogo que redefine, melhora e aprimora um género que ajudou a criar – falo de Zelda: Breath of the Wild que é daqueles jogos que aparece uma vez em cada geração – lançou um novo IP divertídissimo (ARMS), poliu e melhorou jogos fantásticos que não foram devidamente apreciados por terem sido lançados na WII U (Mario Kart e Splatoon), deixou que Mario entrasse no mundo desmiolado dos Rabbids associando-se à Ubisoft e tem deixado a eshop ser povoada por dezenas de bons jogos Indies.

Têm sido meses fantásticos para a malta que possui a consola. Pessoalmente, tenho-me divertido imenso e é absolutamente genial poder jogar em todo o lado. A portabilidade da Switch merece todos os meus elogios.

Toda a gente, contudo, já estava à espera do “grande” títudo AAA da Big N, para o final do ano. O Supra sumo das plataformas. A personagem que ao longo de três décadas se tem reinventado e proporcionado diversão a pequenos e graúdos.

A fasquia estava alta e as minhas expectativas não eram poucas, mas a Nintendo, especialmente no topo da sua forma, não me costuma desiludir.

E assim foi: a par do Zelda, Super Mario Odyssey é outro jogo que redefine e que sai uma vez em cada geração.

A história de Super Mario Odyssey é básica. Mario tem que salvar a princesa Peach das garras de Bowser que, desta vez, pretende casar-se com ela. A bordo da Odisseia, um chapéu voador, e com a ajuda do nosso companheiro chamado Cappy, que é um fantasma em forma de chapéu – sim, existem muitos chapéus neste jogo – iremos tentar evitar este casamento, perseguindo Bowser através de vários reinos.

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Super Mario chega aos smartphones

O canalizador mais famoso do mundo parece querer estar em muitos lados ao mesmo tempo. Depois de uma aparição surpresa no encerramento dos jogos olímpicos no Brasil, eis que mostra o seu bigode no evento da Apple.

Seria  algo impensável há uns tempos atrás, mas aconteceu! A Nintendo vai trazer o seu ex-líbris para o mercado dos telemóveis. Continue reading “Super Mario chega aos smartphones”

Super Mario de volta ao cinema? Pelas “mãos” da Sony?

A Sony não tem tido vida fácil com os hackers. A sua divisão de videojogos já sofreu ataques que comprometeram dados de milhões de utilizadores e que deixaram o seu sistema online desligado durante vários dias.

Mas agora parece que foi a vez da divisão responsável pela parte cinematográfica, a Sony Pictures, ter sido o alvo.

Teorias da conspiração à parte (em que supostamente a responsável foi a Coreia Do Norte por causa de um filme que ridiculariza o grande líder ), os hackers (que se intitulam Guardian Of Peace) conseguiram roubar dados que chegam para encher o disco do meu portátil umas 200 vezes!

Tem sido reveladas algumas informações curiosas e bastante constrangedoras. Filmes que ainda não estrearam foram colocados em sites de partilha. Outros, bem recentes, como Fury, também.

Parece também que alguém da Sony acha que a Angelina Jolie é uma “pirralha mimada com pouco talento“. E nem Obama se safou de alguns insultos.

Guiões de filmes, cachets cobrados, nomes fictícios que as celebridades utilizam, números de telefone de agentes e de atores, etc. Tudo nas mãos de ilustres estranhos ao serviço.

Enfim, um cabo dos trabalhos para a Sony Pictures.

No meio de todo este pandemónio, veio a público que a Sony parece estar bem encaminhada para trazer Super Mario para o grande ecrã. Sim, falo da personagem da Nintendo, uma grande rival da Sony nos videojogos.

O filme parece ser uma animação, e as grandes mentes da Nintendo (Shigeru Myiamoto e Satoro Iwata), parecem querer dar o seu selo de aprovação.

Super Mario

Eu não sei, mas ainda não recuperei da tragédia que foi o filme dos anos 90. Uma animação parece-me uma ideia interessante, mas isto pode vir a ser outra vez uma bela merda. Ainda para mais, quando pode existir conflitos de interesses.

De qualquer maneira a novela irá continuar por mais algum tempo. Fico curioso para saber o que aí virá.