Top 5 – Jogos Nintendo Switch de 2017

Este ano comecei a falar aqui no estaminé um pouco acerca dos jogos que vou comprando para a minha Nintendo Switch. Ainda me falta escrever acerca de alguns jogos que entretanto já comprei, mas como o ano acaba hoje não posso esperar mais tempo.

Vão faltar muitos jogos aqui, eu sei, mas fica já o aviso que a minha biblioteca está a ser preenchida por jogos first party Nintendo e Indies. Para já, pelo menos.

1 – The Legend Of Zelda Breath Of The Wild

A Nintendo não teve medo de arriscar e trouxe Zelda de volta para o trono, no melhor jogo de mundo aberto deste ano. A aventura a jogar.

2 – Super Mario Odyssey

Talvez o melhor Super Mario em 3D de sempre. Não é tão revolucionário como o 64 foi, mas é divertídissimo e com um nível de polimento absolutamente fantástico.

3 – Sonic Mania

Um presente da SEGA dos fãs para os fãs. Quem achar que os clássicos da Mega Drive são os melhores jogos Sonic, tem aqui o pináculo.

4 – Shovel Knight – Treasure Trove

Plataformas retro entregues por quem percebe perfeitamente o que significavam na saudosa era dos 8 bits.

5 – Axiom Verge

Um metroidvania fantástico, desafiante, com visuais espectaculares, banda sonora catchy e diversos pormenores originais na jogabilidade.

A minha odisseia com Mario

A Nintendo não para de me surpreender.

Acertou em cheio com a Nintendo Switch, trouxe um jogo que redefine, melhora e aprimora um género que ajudou a criar – falo de Zelda: Breath of the Wild que é daqueles jogos que aparece uma vez em cada geração – lançou um novo IP divertídissimo (ARMS), poliu e melhorou jogos fantásticos que não foram devidamente apreciados por terem sido lançados na WII U (Mario Kart e Splatoon), deixou que Mario entrasse no mundo desmiolado dos Rabbids associando-se à Ubisoft e tem deixado a eshop ser povoada por dezenas de bons jogos Indies.

Têm sido meses fantásticos para a malta que possui a consola. Pessoalmente, tenho-me divertido imenso e é absolutamente genial poder jogar em todo o lado. A portabilidade da Switch merece todos os meus elogios.

Toda a gente, contudo, já estava à espera do “grande” títudo AAA da Big N, para o final do ano. O Supra sumo das plataformas. A personagem que ao longo de três décadas se tem reinventado e proporcionado diversão a pequenos e graúdos.

A fasquia estava alta e as minhas expectativas não eram poucas, mas a Nintendo, especialmente no topo da sua forma, não me costuma desiludir.

E assim foi: a par do Zelda, Super Mario Odyssey é outro jogo que redefine e que sai uma vez em cada geração.

A história de Super Mario Odyssey é básica. Mario tem que salvar a princesa Peach das garras de Bowser que, desta vez, pretende casar-se com ela. A bordo da Odisseia, um chapéu voador, e com a ajuda do nosso companheiro chamado Cappy, que é um fantasma em forma de chapéu – sim, existem muitos chapéus neste jogo – iremos tentar evitar este casamento, perseguindo Bowser através de vários reinos.

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