A coragem no cinema

1 Tema 3 Coordenadas 1 Posição

Está a decorrer no blogue Caminho Largo, uma iniciativa muito interessante. Intitulada 1 Tema, 3 Coordenadas, 1 posição, tem como objetivo a partilha e discussão de cinema num tema proposto. O tema desta segunda edição é a coragem, onde cada um dos participantes escolhe três filmes e um realizador que achem que melhor a define.

Recomendo que vejam as escolhas. São muitas e variadas. O meu contributo foi o seguinte:

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Apocalypto (2006)

Pode  gerar imensa controvérsia, mas Mel Gibson (enquanto realizador), não consegue deixar ninguém indiferente. Braveheart é o seu filme mais “acessível”, mas até esse possui um característica comum a todos os seus trabalhos: a violência.

Violência que levou a demasiadas acusações, especialmente após a estreia de Passion of the Christ (filme que retrata as últimas horas da vida de Jesus Cristo), quase todas elas exageradas e sem fundamento (na minha opinião).

Acho que Mel Gibson não tem medo de mostrar a podridão da natureza humana, mas também nunca esconde que existe sempre esperança. The Passion of the Christ (e eu admito que não é fácil de ver), é pródigo nisso. E quem só viu violência, deixou escapar nas entrelinhas mensagens poderosas de esperança e amor de um homem (também ele controverso), que teve um final trágico ás mãos daqueles cegos por fundamentalismos desprezáveis.

Em Apocalypto, Mel Gibson utilza novamente a violência e mostra a parte mais cruel e hedionda das pessoas. Mas lá está, no fundo também realça a capacidade de esperança e força que outras têm, no meio de tanta morte e sofrimento.

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As minhas 5 escolhas

O Filme que define os últimos 3 anos de cinema

Sacanas sem Lei

O melhor filme de Ficção-Científica de sempre

Metropolis

Expoente máximo do cinema oriental

Ying Xiong

O Biopic por excelência

Braveheart

O Drama que define o género

The Fountain

Não gosto muito de catalogar filmes por géneros (existem os que eu gosto, o que não gosto e os pornográficos), mas não podia deixar de tentar contribuir com as minhas escolhas para mais uma iniciativa do Cineroad.

Escolhi o Sacanas Sem Lei porque é uma obra fabulosa que tem um argumento exemplar, interpretações de luxo e que é filmado com enorme categoria. Fica a minha singular homenagem ao Tarantino!

A Ficcção-Científica é um dos géneros que mais gosto e Metropolis é um clássico obrigatório para quem gosta de cinema. Inspirou muitas obras que lhe seguiram e ainda hoje, mais de 80 anos depois, surpreende.

Herói é pura poesia cinematográfica. Na minha modesta opinião, um perfeito exemplar de óptmo cinema oriental.

O Braveheart, apesar de puder ser incluído noutros géneros, é um biopic de William Wallace (mais ou menos fiel). É um feito magnânime de Mel Gibson. Um épico cheio de coração.

The Fountain é, tão só, o filme da minha vida. Considero-o mesmo um dos melhores da 7º arte e um dos mais injustiçados.

Estas 5 escolhas vêm no seguimento do desafio proposto pelo Roberto Simões, autor de um dos melhores blogues de cinema em actividade.

10 escolhas

O Roberto Simões, autor do blogue “Cineroad“, publicou, no âmbito da sua rubrica “10 perguntas”, um artigo com as minhas escolhas. Fiquem com as perguntas e as respostas.

1 – O melhor filme desde 2000

R:. The Fountain

Indescritível toda a atmosfera que este filme emana. Todas as sensações que produz. Por mais que me explique nunca serei capaz de mostrar o quão bom é The Fountain.

2 – A banda sonora da minha vida

R:. Braveheart

O som tocante da gaita de foles utilizado de uma forma extraordinária na obra prima do Mel Gibson.

3 – Um amor de infância

R:. The Lion King

Faz sonhar e emociona, tanto através da belíssima palete de cores que dá vida a fantásticas paisagens, como através das personagens. Hakuna Matata torna-se inesquecível!

4 – Um filme de animação

R:. The Lion King

5 – Uma comédia

R:. Ace Ventura: when nature calls

Um filme que me marcou especialmente, pois foi quando conheci Jim Carrey, um dos meus actores favoritos. E também por ser uma commédia absolutamente hilariante! Continue a ler “10 escolhas”