Stark, Targaryen ou Lannister?

Abril aproxima-se e a HBO continua a lançar pequenos pedaços de propaganda relativamente a Game Of Thrones.

Os mais recentes são três pequenos vídeos em que surgem 3 das casas mais emblemáticas de Westeros.

Hum, será que vão os Lannister, os Stark e o(s) Targaryen os principais protagonistas da temporada que aí vem?

ps: ainda espero por uma vingança em grande dos Stark, nomeadamente que o “The North Remembers” venha a ser uma realidade, e não apenas uma palavra bonitinha.

Será Jon Snow a “canção de gelo e fogo”?

“Will you make a song for him?” the woman asked.

“He has a song,” the man replied. “He is the prince that was promised, and his is the song of ice and fire.” – A Clash of Kings

Relativamente à “suposta” morte de Jon Snow, recordemos as palavras de Maester Aemon:

You will have little joy of your command, but I think you have the strength in you to do the things that must be done. Kill the boy, Jon Snow. Winter is almost upon us.

Kill the boy and let the man be born.  –A Dance with Dragons

E agora que o rapaz morreu, venha o homem.

Night's King
Come at me, bro!

Voar em Windhaven

Antes de começar a ler o mais recente supra-sumo dos épicos de fantasia, decidi pegar em algo mais antigo, escrito pelo mesmo autor.

Se calhar não fiz a melhor escolha, uma vez que Windhaven não tem apenas a mão de George R.R. Martin. Aliás, o envolvimento de Martin no livro é menor que o de Lisa Tuttle, a outra autora. Ou será Martin o outro autor?

É um livro editado pela primeira vez em 1981 e que, na sua essência, é uma comovente biografia de Maris Amberly que nasceu, viveu e morreu num planeta chamado Windhaven.

Maris Amberly, assim como as restantes personagens do mundo imaginado por Lisa e Martin, são descendentes de astronautas humanos que tiveram um acidente e foram parar a um planeta que ao invés de ter continentes, tem ilhas que polvilham um mar tempestuoso e cheio de perigos. A informação circula através dessas ilhas com a ajuda dos voadores, uma classe de elite que se julga superior a todos aqueles que vivem presos à terra, sem nunca conseguirem saber o que é sentir o vento e dançar junto dele.

O direito a voar e a ter as asas faz-se por sucessão familiar, ou seja, apenas o filho primogénito de um anterior voador poderá um dia dominar os céus de Windhaven e visitar o Ninho, ou as ilhas externas e conhecer uma variedade de culturas, testemunhar eventos marcantes e impedir o isolamento das pessoas que vivem espalhadas pelas ilhas.

Maris não é filha primogénita de nenhum voador, mas tem o sonho de um dia voar. A sua vontade é de tal forma forte, que sozinha consegue mudar aquele mundo. Para sempre.

No entanto, a mudança nunca agrada a toda a gente e nem sempre é isenta de consequências nefastas. Maris vai aprendê-lo da pior forma e testemunhar os vários resultados das suas ações enquanto jovem.

Enquanto sonhava um dia poder tocar o céu e tornar-se amante do vento e poder bailar por sobre o mar tempestuoso de Windhaven.

Uma biografia bastante comovente com personagens fortes e um mundo de fantasia bem interessante. Gostei de conhecer Maris Amberly e todo o seu legado. Uma vida boa não é uma vida desperdiçada e a dela não foi. Ficaram canções e um mundo um bocadinho melhor.

A quarta temporada de Game of Thrones promete

Estão a ficar grandinhos, os Dragões

Festejem camaradas, a longa espera está a terminar!

Game of Thrones, uma excelente produção da HBO, baseada nos livros de George R.R. Martin, conquistou e tem conquistado uma legião de fãs. Merecidamente, devo acrescentar.

A fusão entre a política, espadas, magia, fantasia e dragões é quase perfeita nesta história em que diversas personagens lutam por um trono, o trono de ferro.

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