O regresso aos universos de Fringe

Lembro-me perfeitamente de acompanhar Fringe. Recordava-me dos finais espetaculares, sempre inesperados, de temporada. Recordava-me do elenco fortíssimo. Recordava Walter Bishop com saudosismo. A sua demanda e o seu amor pelo filho, filhos, inabalável. Recordava Peter Bishop, o filho, que se tornou pai. Olivia Dunham a agente “sem emoções” que afinal era a mais emotiva. Astrid, a quem Walter trocava sempre o nome. Broyles ,com a sua postura. Nina Sharp, Belly, etc.

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Foste uma das minhas coisas favoritas, Fringe!

Final Fringe

«Walter, this is not the end», diz a certa altura, visivelmente emocionada, Astrid. Quem dera que fosse! A verdade é que Fringe, uma das melhores séries de ficção cientifica dos últimos anos, acabou.

Chegou a altura das despedidas. E, como em quase todas as despedidas, o lado emocional sobrepoem-se sempre ao lado racional. O último episódio de Fringe não fugiu á regra e, por isso mesmo, o destaque foi todo para os momentos em que as personagens que acompanhamos desde o início, se abraçam e recordam como tudo começou e como tudo vai acabar.

Fringe nunca foi perfeita! Mas sempre soube ser irreverente e como surpreender. Especialmente nos finais de temporada. Aqui não o fez. Quem esteve atento, facilmente descobre como tudo irá acabar.

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O fim de Fringe está próximo

O trio que dá vida a Fringe!
O trio que dá vida a Fringe!

E pronto, a aventura de Peter, Walter, Olivia, Astrid (entre outras personagens), está a chegar ao fim Aliás, Fringe acaba mesmo, esta sexta-feira, dia 18 de Janeiro.

Apesar de ter sido uma série de pouco sucesso, manteve-se no ar até agora, muito por culpa de uma comunidade de fãs (eu incluído, obviamente) dedicada.

Á semelhança de Lost, Fringe tem dado azo a imensas teorias e debates pela web e, graças á sua boa mitologia e complexa história (e sim, complexa aqui também significa que existem muitas pontas e soltas), que envolve universos paralelos, viagens temporais e ciência ”topo de gama“.

No entanto, Fringe, para mim, destaca-se por ter personagens fortes. O sci-fi está constantemente presente e isso também dá brilho aos episódios, mas as relações humanas são o principal foco. Basta dizer que a essência de Fringe gira em torno do drama que é um Pai perder um filho.

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Algo sobre o regresso de Fringe, The Walking Dead e American Horror Story

Três das quatro séries que vou acompanhando (a outra é Game of Thrones), regressaram para mais uma temporada e, como nem tenho atualizado frequentemente o estaminé, decidi tecer algumas considerações acerca das mesmas.

FRINGE

Das três séries, Fringe é a que me tem deixado mais expectante, uma vez que esta temporada será a última. A hora das despedidas de personagens que tenho acompanhado há algum tempo está a chegar, e isso é sempre marcante.

Dois dois episódios já lançados, os maiores destaques vão para o clima de guerra que se vive com os observadores e para a nova personagem, a filha de Olivia e Peter.

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Esta já parece ser a minha Fringe

Após ter desabafado que Fringe andava perdida, com episódios bem mornos e sem sal, eis que, qual fénix renascida das cinzas, começa a regressar aos grandes momentos.

O episódio 8, após uma paragem de 2 meses, foi tão desconcertante e inesperado que não pude deixar de sentir um grande alívio.

Afinal, eles sabem que sem nós, os fãs dedicados que acompanham religiosamente cada episódio, Fringe não tem futuro (ou menos futuro). E é para nós que têm de escrever episódios assim. Se Fringe não ganhou grandes audiências até aqui, não era agora que o ia fazer, e foi isso que me pareceu que os produtores tentaram fazer com os casos semanais…

Tarde ou não, estes dois últimos episódios («Back to whe’re you ‘ve never been», «Enemy of my enemy»), conseguiram renovar* toda a minha confiança para o que resta da série.

A mitologia regressou em força, caras conhecidas voltaram e agora temos objetivos estabelecidos para os restantes episódios. Ah, e nada é o que parece! E o novo vilão está assombroso!

A ver vamos como o novelo se irá desenrolar. Para já, estou a gostar.

(*) Fringe renovou a minha esperança, num curioso paralelismo com outra série.

Nem fraco, nem bom o regresso de Fringe

O último episódio da terceira temporada de Fringe, The Day We Died, deixou toda a gente a pensar. Apesar de inventivo e inesperado, a série abriu uma porta que poderá levar a um beco sem saída.

De qualquer maneira, e como a série tem fãs dedicados como eu que acompanharam a história dos Bishop, de Olivia, deste e de um mundo paralelo, a expetativa do que aí estava para vir estava bastante alta.

Na passada sexta-feira estreou Neither Here, Nor There e as reações tem sido uma mistela de opiniões favoráveis, indiferentes e desapontantes.

A minha opinião pessoal, um pouco á semelhança do título do episódio, é que este regresso da série não é fraco, mas também não é bom. Mas desapontante é.

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Fringe, The Day We Died

A terceira temporada de Fringe terminou e, á semelhança das duas anteriores, conseguiu surpreender com um cliffhanger bastante inesperado. Fica a sensação, contudo, que se o final fosse dividido em dois episódios, como na temporada anterior, tudo te‎ria saído de uma maneira bem mais fluída.

No entanto, ninguém pode tirar mérito aos envolvidos. Fringe tem inovado várias vezes e, até sobretudo, arriscado. Este episódio, The Day We Died, foi extremamente corajoso e inventivo.

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Fringe ficou meh?

A 3º temporada de Fringe tem tido um altíssimo nível. Depois de uma 2º com muitos fillers e poucos episódios dedicados á riquíssima mitologia, os produtores tem puxado dos galões e, episódio após episódios, têm levado a série a atingir uma qualidade nem sempre vista nas séries de Ficção-Científica.

Mas eis que no último episódio transmitido, ou seja, no 12º episódio, tudo se transforma. Então não é que o destino dos 2 universos agora depende da escolha amorosa de Peter? Meh! E um grande meh!

Custa-me a crer que tudo se vá resumir a isto. E ainda acredito que seja apenas um engodo para o que aí virá, pois, para quem segue com atenção, o célebre anagrama Don’t trust Samuel Weiss, poderá ser levado á letra. É o que espero, sinceramente. Que Samuel Weiss esteja a desviar atenções, porque senão, provavelmente, haverá desapontamento geral.

White Tulip

Viagens no tempo em nome do amor e alguns momentos brilhantes no mais recente episódio de Fringe. Devo dizer que antes da paragem que a série teve, com aqueles stand alones, os meus níveis de satisfação desciam perigosamente. Mas agora tudo mudou! Bons episódios, com muita mitologia e, acima de tudo, com uma continuação coerente da história das personagens principais.

White Tulip foi um grande episódio, apesar dos paradoxos inerentes ás viagens temporais. A conversa entre Walter e Peck foi óptima. Dois cientistas com mútuo respeito, sem quererem impor as suas ideias, apenas defende-las mas, sempre dispostos a ouvir o outro lado e a tentar percebê-lo. Walter explica a sua nova personalidade, o medo que tem de Peter não o perdoar, e a sua crença em Deus.

Walter“So now I’m looking for a sign of forgiveness. ..I’ve asked God for a sign of forgiveness..a specific one, a white tulip”

Peck: Tulips don’t bloom this time of year, white or otherwise”

Walter: But he’s GOD.. And if God can forgive me for my acts then maybe, it’s in the realm of possibility that my son might possibly, may be able to forgive me too.”

Gosto bastante do elemento fé na série. O final foi perfeito, simplesmente perfeito.