O melhor do ano de 2015, aqui no 35mm”

No ano do senhor de 2015 registei no meu perfil do Letterboxd 60 filmes. Vi mais, mas ás vezes é impossível fazer o registo em tempo útil e depois, por preguiça ou esquecimento, a coisa fica por registar.

Nada que me atrapalhe em demasia.

Sendo assim, desses 60 filmes, escrevi a minha opinião acerca de 53 aqui no estaminé. Isso eleva o total de críticas disponíveis para consulta para 365. Belo número.

Ora então vamos dividir os filmes que vi por preferência pessoal:

O melhor do ano de 2014, aqui no 35mm”

Eu sei que já estamos quase a meio de Janeiro, mas só agora é que se proporcionou partilhar convosco, este pequeno resumo do melhor que vi este ano (e que teve direito a algumas palavras aqui no estaminé).

Portanto, este ano, ou melhor, no ano que findou, escrevi 46 críticas (já são mais de 310 críticas escritas!). Na verdade, vi mais umas dezenas de filmes, mas por uma ou outra razão, não escrevi sobre eles.

Mas chega de paleio e vamos à primeira lista.

MELHORES FILMES QUE VI EM 2014

Dallas Buyers Club
Gravity
Rear Window
Aliens
Her
Godzilla
Drive
Halloween (1978)
Dawn Of The Planet Of The Apes
Guardians Of The Galaxy
Predestination

FILMES INTERESSANTES, QUE VALEM UMA ESPREITADELA

Crazy, Stupid Love
The Mist
Robocop
Twin Peaks: Fire Walk With Me
Transcendence
The Amazing Spider-Man 2
Snowpiercer
Nick Of Time
What Dreams May Come
Ginger Snaps
Ginger Snaps II: Unleashed
Edge of Tomorrow
Trick R’ Treat

Quanto a séries, este ano descobri algumas novas que recomendo vivamente. Revi uma que me marcou na altura em que estava em exibição e mantive-me fiel às que ia vendo.

As que descobri pela primeira vez, foram Fargo e True Detective. Absolutamente brilhantes e que devem ser vistas.

Revi Lost, numa maratona que, apesar de ter confirmado alguns problemas que talvez tenha ignorado, confirmou que as primeira quatro temporadas são absolutamente viciantes.

Game of Thrones continua em alta, e a quarta temporada (não falei dela aqui) manteve o alto nível de qualidade. Grandes episódios, mortes memoráveis e a confirmação que é das melhores séries atualmente em exibição.

Comecei a ver Penny Dreadful, mas depois não continuei. Um erro a corrigir, pois gostei do primeiro episódio. E tem a Eva Green, que é sempre motivo para uma espreitadela com mais atenção.

Tinha metido American Horror Story de lado, pois detestei o rumo da terceira temporada. No entanto, comecei a ver a quarta (Freak Show) e devo dizer que tem me agradado. Ainda não acabou, mas, para já, tem mantido o meu interesse.

The Walking Dead continua igual a si mesmo, ou seja, a série é capaz do melhor e do pior. Esta nova temporada começou fortíssima, mas tem perdido gás. Continuo a vê-la, mas sei perfeitamente que poderia ser melhor.

Faltaram imensos filmes e várias séries que estrearam, eu sei. Mas, do que vi, tentei falar alguma coisa acerca, aqui no estaminé. Vamos a ver como corre este ano e se, no final, estarei aqui novamente para fazer um pequeno resumo.

O 35mm” fez 6 anos!

Pois é! Parabéns aqui ao estaminé, que fez no passado dia 6 de Agosto, 6 anos que está no ativo!

A verdade é que já sou bloguer há bem mais tempo, mas este é o blogue que mantive durante mais anos. Por entre momentos menos bons, abandonos e regressos, o 35mm” mantém a sua presença neste oceano interminável de informação.

Se não procuro sofregamente reconhecimento com visitas ou comentários, não nego que é algo que dá algum ânimo para que continue a escrever por aqui. Mas, desde o advento das redes sociais, que tenho notado uma quebra acentuada nas visitas e comentários.

Se calhar, na realidade, eu é que só escrevo inutilidades e poucos querem perder tempo a ler os meus artigos.

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Um abandono tremendamente parvo

Idiota que fui
Um facepalm para a minha estupidez

O 35mm” foi a minha casa durante muito tempo mas, a certa altura, tive que a abandonar. Não me sentia capaz de continuar num sítio que se tinha tornado demasiado pesado para mim.

Na altura do abandono, pensaria que nunca mais regressaria. Continuaria num outro lugar qualquer, longe, sem pensar no que estava a perder mas no que viria a ganhar.

Algum tempo depois, cheguei á conclusão que não há nada como a nossa casa. O que perdi era demasiado grande. Um espaço de muitas palavras escritas que, estupidamente, deixei para trás.

Os tempos não são os mesmos, a vontade não é a mesma. No entanto, a casa continua no mesmo sítio e que bem que sabe voltar a ela.

Se alguém estiver desse lado, que se sinta á vontade para entrar.

Show must go on?

O 35mm não foi o meu primeiro blogue e, quando o criei, pensava que não seria o último. Quando olho para trás, e sou blogger há 9 anos, parece que tudo, mas também nada mudou!

O meu primeiro blogue nasceu numa altura em que redes sociais eram coisa de ficção-científica, e a malta (geeks e pessoal com tempo livre a mais, é certo) comentava muito mais que agora. Se é certo que nunca foi minha intenção criar um blogue para ganhar algum status digital, também não tenho problema em admitir que gosto bastante quando alguém comenta, ou deixa algum tipo de feedback.

Não é a primeira vez que o digo aqui.

De qualquer maneira, e para quem visita este blogue, deve ter reparado que ele tem estado parado. Aliás, até tem estado inacessível nestes últimos dias.

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