Bulb Boy: um pesadelo bizarro

Este jogo parecia-me ser bem demente, com um toque de surrealidade e boas doses de bizarrice.

Foi, portanto, com bastante naturalidade que adicionei Bulb Boy à minha biblioteca digital da Nintendo Switch.

Apesar de ser um jogo curto, Bulb Boy é interessante e bem divertido, à sua maneira é claro.

Controlamos um miúdo com uma cabeça de lâmpada, que tem de enfrentar vários monstros e percorrer as divisões da sua casa cheias de armadilhas e ainda tentar salvar o seu avô e o seu cão de toda a loucura retorcida que para ali vai.

É uma aventura point & click com bons puzzles e toda uma estética  e ambientação muito sui generis que me agradou. Existe ali muito terror parvo e humor ainda mais parvo, mas tudo flui e é óptimo constatar que o pequeno jogo não se leva muito a sério.

Não será uma experiência para todos, uma vez que é bem estranho este Bulb Boy, mas acho que vale a pena uma espreitadela.

Helix: o vírus dos imortais

Uns dias atrás, quando navegava pela lista das séries que a Netflix carinhosamente recomenda que veja, deparei-me com uma que captou a minha atenção.

Normalmente, costumo informar-me um pouco antes de começar uma série. Fazer uma espécie de filtragem, para que não sinta que vá desperdiçar o meu precioso tempo.

Mas, com Helix, perdi a cabeça. Comecei a ver sem saber ao que ia, apesar de no fundo sentir que iria ver uma série medíocre.

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Shovel Knight: um jogo essencial na Nintendo Switch

Mais um belíssimo jogo Indie que estava curioso para experimentar. Foi por isso, com pouca hesitação, que decidi comprar mal ficou disponível na Nintendo Switch.

Foi anunciado como um regresso ao saudoso tempo em que reinavam os jogos de plataformas nas consolas de 8 bits e, como passei a minha infância com a NES, tinha a certeza que Shovel Knight seria um festim para mim.

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The Mummy: o início, ou talvez o fim de uma nova saga

Ao que parece a Universal pretende trazer para o grande ecrã diversos monstros clássicos e fazer, à semelhança da Marvel e da DC, um conjunto de filmes interligados entre si com personagens que transitam de um filme para o outro à medida que vão sendo adicionadas novas..

O primeiro filme desta nova saga foi The Mummy, uma nova adaptação modernizada do clássico de 1932 com o grande Boris karloff no papel da decrépita múmia.

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Retro City Rampage DX: o GTA pixelizado

Sempre tive bastante interesse em jogar este jogo. Parecia-me ser uma espécie de GTA pixelizado, com muita destruição, ação e loucura . Então eis que cinco anos após o seu lançamento, decido arriscar a compra de Retro City Rampage DX na minha Nintendo Switch.

Este é um projeto quase na sua totalidade a solo. Brian Provinciano criou o seu próprio kit de desenvolvimente NES e começou por tentar adaptar um dos seus jogos favoritos, o GTA III, em 8 bit. O jogo chamar-se-ia Grand Theftendo.

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Kamiko: uma pequena pérola indie

Kamiko é um jogo extremamente curto. A primeira vez que joguei terminei a campanha numa hora e vinte sete minutos. A segunda vez demorei ainda menos tempo!

A curta duração é um pequeno “problema”, mas o jogo compensa com uma jogabilidade bem viciante e interessante. Para além disso, adorei o pixel art apresentado e a ambientação tipicamente oriental.

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The Mist: uma névoa na Netflix

Não conheço o conto de Stephen King, pelo que não faço a mínima ideia se a nova série da netflix é uma adaptação fiel. Confesso que também não era isso que procurava.

Como gostei bastante do filme do Darabont (aquele final, oh là là), acho o Stephen King um tipo porreiro, não por ter lido algum livro dele, mas por segui-lo no twitter e adoro terror, pensei que poderia encontrar algum entretenimento em The Mist.

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Split: heróis e vilões de Shyamalan

Shyamalan é um dos meus realizadores preferidos. Apesar de ter tido uns percalços pelo caminho, nomeadamente com After Earth, The Happening e The Last Airbender, sempre mantive a minha confiança no indiano.

Quando está no topo da sua forma a forma como movimenta a camâra, como conta as suas histórias e como dirige os atores é absolutamente fantástica.

Fiquei aliviado quando deixou de lado as produções milionárias e regressou aos filmes mais intimistas. The Visit já me pareceu mais Shyamalan, e este Split também.

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A expansão continua

Falei um bocadinho de The Expanse aqui, e disse que estava a achar interessante. Como estava a achar interessante continuei a ver os episódios e terminei a primeira temporada e muito recentemente a segunda.

A história está a agradar. Muito resumidamente é uma conspiração política que, na verdade, se trata de uma fachada para outra conspiração ainda maior. Passa-se no futuro, no espaço e em planetas do nosso sistema solar.

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