Helix: o vírus dos imortais

Uns dias atrás, quando navegava pela lista das séries que a Netflix carinhosamente recomenda que veja, deparei-me com uma que captou a minha atenção.

Normalmente, costumo informar-me um pouco antes de começar uma série. Fazer uma espécie de filtragem, para que não sinta que vá desperdiçar o meu precioso tempo.

Mas, com Helix, perdi a cabeça. Comecei a ver sem saber ao que ia, apesar de no fundo sentir que iria ver uma série medíocre.

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The Mist: uma névoa na Netflix

Não conheço o conto de Stephen King, pelo que não faço a mínima ideia se a nova série da netflix é uma adaptação fiel. Confesso que também não era isso que procurava.

Como gostei bastante do filme do Darabont (aquele final, oh là là), acho o Stephen King um tipo porreiro, não por ter lido algum livro dele, mas por segui-lo no twitter e adoro terror, pensei que poderia encontrar algum entretenimento em The Mist.

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A expansão continua

Falei um bocadinho de The Expanse aqui, e disse que estava a achar interessante. Como estava a achar interessante continuei a ver os episódios e terminei a primeira temporada e muito recentemente a segunda.

A história está a agradar. Muito resumidamente é uma conspiração política que, na verdade, se trata de uma fachada para outra conspiração ainda maior. Passa-se no futuro, no espaço e em planetas do nosso sistema solar.

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Westworld, uma boa comichão

westworldGenérico inicial muito bom, seguido de um primeiro episódio bem interessante. HBO, you did it again! Masterpiece! Right?

RIGHT?

Na verdade… Mais ou menos.

Não me vou alongar demasiado, nem discutir todas as questões filosóficas e existenciais um pouco á-lá-Blade Runner, porque à medida que ia vendo os episódios, uma certa comichão ia subindo por mim acima.

Daquelas comichões que incomodam, mas que também dão prazer. Daquelas em que coçamos e coçamos e dói, mas também sabem bem. Cada episódio doía um bocadinho mais ver, mas também sabia bem. Isto não faz sentido, eu sei.

No meio de boas ideias, excelentes interpretações e cenários bonitos, eram apresentados plot-holes e cada vez mais utilizada a bela da batotice que os argumentistas recorrem, quando não sabem o que fazer para avançar a história de forma coerente, porque perderam-se no meio da narrativa.

A bela da batotice é a conveniência. Algo que me irritou profundamente em Westworld.

Uma das grandes personagens de Westworld é desenvolvida através da conveniência. Falo de Maege, o andróide que fica consciente de si próprio e ordena a dois humanos que a ajudem a tornar-se mais inteligente e a escapar daquele mundo faz-de-conta.

Os andróides de Westworld, são manipulados através de tablets modernos e, com um simples toque num ecrã, Maeve ficaria burra que nem uma porta, mas por qualquer razão que me escapa, os humanos fizeram precisamente o contrário. Tornaram-na super inteligente e perigosa.

Pôrra, esta comichão dói cada vez mais! E nunca mais acaba!

Mas sabe tão bem…

E, já agora, porque raio ninguém se apercebeu da revolta de Maeve naquela empresa altamente vigiada?

Ei, ei, ei, aí vem o amor. A razão de tudo e mais alguma coisa. O amor, aquilo que nos faz humanos. Aquilo que faz andróides ficarem humanos…

E é tão bonito ver ficção-científica misturada com western. Andróides e cowboys!

Comichão, FUCK YOU!

Um bravo novo mundo em The Legend of Zelda: Breath of the Wild

Apesar de ter tido experiências fantásticas na Nintendo 64, a razão pela qual comprei a consola há largos anos atrás, foi apenas um jogo: The Legend of Zelda Ocarina of Time.

E nunca me arrependi. Ainda hoje, mais nenhum jogo criou em mim a mesma sensação de espanto que tive quando entrei pela primeira vez em Hyrule em 3 dimensões. Continue reading “Um bravo novo mundo em The Legend of Zelda: Breath of the Wild”