Um bravo novo mundo em The Legend of Zelda: Breath of the Wild

Apesar de ter tido experiências fantásticas na Nintendo 64, a razão pela qual comprei a consola há largos anos atrás, foi apenas um jogo: The Legend of Zelda Ocarina of Time.

E nunca me arrependi. Ainda hoje, mais nenhum jogo criou em mim a mesma sensação de espanto que tive quando entrei pela primeira vez em Hyrule em 3 dimensões. Continuar a ler “Um bravo novo mundo em The Legend of Zelda: Breath of the Wild”

Black Mirror, o regresso e as expectativas

O espelho negro da sociedade regressou, agora apadrinhada pela Netflix. O meu entusiasmo era muito, devo dizer e, talvez por isso, tenha criado em mim expectativas demasiado altas.

A verdade é que gostei de todos os episódios desta nova temporada de Black Mirror. Só que esperava um pouco mais. Continuar a ler “Black Mirror, o regresso e as expectativas”

Livro: A Relíquia

A RelíquiaNão tinha a certeza que o filme fosse baseado no livro que comprei, mas após ter lido a sinopse as minhas dúvidas desvaneceram-se.

É um livro interessante, longe de ser melhor que o “Jurassic park” – sim, esta afirmação está na capa – mas ainda assim tem boas personagens (especialmente Pendergast), escrita cativante e é suficientemente misterioso e intrigante.

Comparando com o filme, o livro é bem melhor. Aliás, não gostei nada das liberdades criativas que foram tomadas no filme.

Sou sincero, não tenho a maior vontade em ler a continuação, mas se o fizer acho que não me irei arrepender. Um bocadinho à semelhança do que aconteceu com este, penso eu. Não é uma leitura extraordinária, mas também não acho que seja um desperdício de tempo.