The Mummy: o início, ou talvez o fim de uma nova saga

Ao que parece a Universal pretende trazer para o grande ecrã diversos monstros clássicos e fazer, à semelhança da Marvel e da DC, um conjunto de filmes interligados entre si com personagens que transitam de um filme para o outro à medida que vão sendo adicionadas novas..

O primeiro filme desta nova saga foi The Mummy, uma nova adaptação modernizada do clássico de 1932 com o grande Boris karloff no papel da decrépita múmia.

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Split: heróis e vilões de Shyamalan

Shyamalan é um dos meus realizadores preferidos. Apesar de ter tido uns percalços pelo caminho, nomeadamente com After Earth, The Happening e The Last Airbender, sempre mantive a minha confiança no indiano.

Quando está no topo da sua forma a forma como movimenta a camâra, como conta as suas histórias e como dirige os atores é absolutamente fantástica.

Fiquei aliviado quando deixou de lado as produções milionárias e regressou aos filmes mais intimistas. The Visit já me pareceu mais Shyamalan, e este Split também.

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Guardians Of The Galaxy Vol. 2

O primeiro filme surpreendeu-me pela positiva. Não estava à espera de me divertir tanto com árvores e guaxinins falantes, confesso. Mas foi o que aconteceu e a minha expectativa para a continuação estava em alta.

O que eu não queria era que James Gunn se pusesse a inventar. Apenas que mantivesse o mesmo tom despreocupado e divertido.

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Ghost In The Shell (2017)

Sou um grande fã da animação japonesa. Não sei até que ponto a adaptação de Mamoru Oshii foi fiel ao manga original, mas gostei imenso de Ghost In The Shell. Achei a história muito interessante, com personagens cativantes e a banda sonora muito, muito boa

Esta incursão por Hollywood, com Rupert Sanders ao leme e Scarlett Johansson como protagonista, no final fica como uma pequena amostra do universo criado por Mamoru Oshii.

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Alien: Covenant

Ridley Scott esqueceu-se completamente do que fez Alien ser um dos clássicos do cinema! Alien era simples na premissa. Um monstro desconhecido começa a dizimar a tripulação de uma nave que vagueia pela vastidão do espaço. Ridley não precisou de explicar as origens do monstro negro. O mistério tornou tudo ainda mais interessante e, principalmente, assustador.

Sozinhos no espaço, mesmo se gritarmos ninguém nos vai conseguir ouvir.

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Inner Ghosts precisa da nossa ajuda

Esta jornada de terror está a ser completamente produzida em Lisboa, Portugal, por um grupo de profissionais de mais de 10 países diferentes, apaixonados pelo género e completamente comprometidos em criar um filme que tornar-se-á, verdadeiramente, num clássico europeu do terror.

Trabalhamos juntos em mais de 10 diferentes fusos horários. Nós somos fãs de terror, tal como tu! Nós adoramos os mesmos filmes que tu adoras e sabemos que o nosso filme vai fazer-te tremer.

Mas nós precisamos da tua AJUDA!

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Total Recall (2012)

Onde está toda a sujidade? Onde está todo o suor, a ferrugem, o lixo nas estradas, a violência?

Pois é, onde está Verhoeven?

Em nenhum lado, pois claro. E isso até não teria qualquer tipo de impacto, caso o filme fosse bom. Mas não é.

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Os melhores e piores filmes de 2016

Este ano que passou não vi muitos filmes. Por três motivos, penso eu. Trabalho, preguiça e falta de motivação. De qualquer maneira, estive a dar uma vista de olhos no meu perfil de uma rede social ligada ao cinema e contei 39 filmes vistos.

Patético, eu sei.

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Suicide Squad (2016)

Este filme tenta ser aquilo que nunca deveria ser. Tenta forçar sentido de humor, dimensão e “humanizar” personagens violentas e desequilibradas.

A Harley Quinn diz que eles são os maus, mas insiste-se em problemas amorosos, familiares e na clássica questão que os assassinos também têm honra, família, e são homens de palavra.

Raios partam! Para quê complicar o que deveria ser simples?

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