Aposto que todos os fãs de longa data – e eu que o diga – soltaram uma “lágrimazinha” quando começaram os primeiros acordes de Bloody Tears no sétimo episódio da segunda temporada.

Foi um momento que demorou,  mas que veio no momento certo. A batalha final é, facilmente, dos melhores momentos da série e vê-la ao som de uma das músicas mais icónicas – senhores produtores existem muitas mais músicas geniais para serem orquestradas –  da série, é ouro  sobre azul. 

Gostei imenso! A primeira temporada foi muito boa, mas na segunda existem mais e melhores personagens e, como os episódios foram dobrados, o espaço para que essas mesmas personagens “respirem” é maior.

A história ganha com isso e, no final, somos compensados. 

Ainda bem que a netflix arriscou e apostou numa série baseada em Castlevania. Com as pessoas certas e respeitando o material de origem, é possível passar dos videojogos para o “ecrã” franchises icónicos.

Venha a terceira temporada.

Publicado por Ricardo JM Vieira

Vibro mais do que gostaria pelo Benfica, cinéfilo de corpo inteiro, fotógrafo de ocasião, destruidor de koopas e bokoblins, devorador de séries, leitor de fantasia, geek e nerd, não necessariamente ao mesmo tempo. Ah, e apaixonado por animais.