The Babysitter: mastiga e deita fora

Desde o início que The Babysitter não tem problemas em mostrar o que pretende transmitir: pouca complexidade, muito exagero e nonsense, boas doses de piadas adolescentes e muita tensão sexual no ar.

Na verdade, acho que o público alvo deste filme é mesmo os adolescentes com menos de 16 anos embora o filme seja para maiores de 16 anos.

Eu até obtive entretenimento em algumas partes, achei alguns diálogos interessantes e inesperados, esbocei um ou outro sorriso – especialmente no inicio – mas depois as partes mais fracas começam a abundar e a coisa acaba por desmoronar.

Um dos grandes problemas é que o aparente não compromisso com as regras gerais e estrutura linear dos filmes de terror torna-se demasiado forçado, aquela estupidez boa e chungaria inteligente deixa de funcionar e, às paginas tantas, as coisas começam a parecer demasiado absurdas e até ridículas.

Talvez pareça um filme cool, dinãmico e jovem, mas na verdade é só parvo e infantil. No mau sentido.

Uma espécie de sozinho em casa fraquinho com jovens desmiolados que por acaso andam num culto satânico a fazerem merda sem qualquer tipo de lógica.

Amanhã não me vou lembrar dele.