É certo que Dark aproveita o sucesso de Stranger Things em algumas coisas, mas é uma experiência à parte.

Ainda não sei bem se não fui ludibriado pela excelente música ou pela fotografia fantástica, que me fizeram ficar embrulhado numa centrifugadora de momentos paradoxais mindfucking hipnotizantes.

Uma cena: podem pensar que seria porreiro ter o vosso eu futuro a falar com o vosso eu presente que entretanto andou pelo passado a fuçar, (e que depois vai para o futuro também) mas, se pensarem bem e ouvirem o nosso amigo Jonas, não é porreiro, é chato, pois podem acabar por andar aos beijos à vossa tia! E gostar!

Publicado por Ricardo JM Vieira

Vibro mais do que gostaria pelo Benfica, cinéfilo de corpo inteiro, fotógrafo de ocasião, destruidor de koopas e bokoblins, devorador de séries, leitor de fantasia, geek e nerd, não necessariamente ao mesmo tempo. Ah, e apaixonado por animais.

2 comentários a “Dark: o tudo é agora”

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