Fiquei bastante entusiasmado quando vi Double Dragon 4 disponível para compra na eshop. O Double Dragon 2 foi um dos meus jogos favoritos da NES e, portanto, a nostalgia entrou a pés juntos e eu não consegui resistir.

Tive que comprar.

Só vi o trailer  e nem quis saber de mais nada. O estilo gráfico em 8 bits e a jogabilidade remetiam-me para o jogo que me proporcionou tantos bons momentos na NES. De certeza que Double Dragon 4 iria encher-me as medidas.

Nope!

Terei que jogar o DD 2 para confirmar se realmente a jogabilidade envelheceu mal, uma vez que este DD 4 parece funcionar mais ou menos da mesma maneira, e eu achei-o francamente mau. Muito pesado nos comandos, impreciso, lento, pouco fluído e demasiado repetitivo.

O jogo é difícil, o que não me incomodaria em nada, mas é também frustrante por ser tão impreciso e “pesado”. Controlar a personagem principal é quase como se estivéssemos a controlar um tijolo que saiba karaté. Para além do mais, as resmas de inimigos que surgem no ecrã tornam a tarefa de bloquear os seus golpes, desviar deles e atacá-los, numa tarefa que não é nada divertida.

Este foi o único jogo que não terminei e que não pretendo terminar. Simplesmente não tenho vontade em jogá-lo. Para piorar a situação, sempre que obtenho o “belo” gameover, tenho que voltar ao início do jogo!

Pois…

Nope!

Blaster Master Zero é uma excelente forma de mostrar que é possível trazer para a Switch clássicos da NES, ao contrário deste Double Dragon 4.

Publicado por Ricardo JM Vieira

Vibro mais do que gostaria pelo Benfica, cinéfilo de corpo inteiro, fotógrafo de ocasião, destruidor de koopas e bokoblins, devorador de séries, leitor de fantasia, geek e nerd, não necessariamente ao mesmo tempo. Ah, e apaixonado por animais.