Double Dragon 4: porrada pouco divertida

Fiquei bastante entusiasmado quando vi Double Dragon 4 disponível para compra na eshop. O Double Dragon 2 foi um dos meus jogos favoritos da NES e, portanto, a nostalgia entrou a pés juntos e eu não consegui resistir.

Tive que comprar.

Só vi o trailer  e nem quis saber de mais nada. O estilo gráfico em 8 bits e a jogabilidade remetiam-me para o jogo que me proporcionou tantos bons momentos na NES. De certeza que Double Dragon 4 iria encher-me as medidas.

Nope!

Terei que jogar o DD 2 para confirmar se realmente a jogabilidade envelheceu mal, uma vez que este DD 4 parece funcionar mais ou menos da mesma maneira, e eu achei-o francamente mau. Muito pesado nos comandos, impreciso, lento, pouco fluído e demasiado repetitivo.

O jogo é difícil, o que não me incomodaria em nada, mas é também frustrante por ser tão impreciso e “pesado”. Controlar a personagem principal é quase como se estivéssemos a controlar um tijolo que saiba karaté. Para além do mais, as resmas de inimigos que surgem no ecrã tornam a tarefa de bloquear os seus golpes, desviar deles e atacá-los, numa tarefa que não é nada divertida.

Este foi o único jogo que não terminei e que não pretendo terminar. Simplesmente não tenho vontade em jogá-lo. Para piorar a situação, sempre que obtenho o “belo” gameover, tenho que voltar ao início do jogo!

Pois…

Nope!

Blaster Master Zero é uma excelente forma de mostrar que é possível trazer para a Switch clássicos da NES, ao contrário deste Double Dragon 4.