Wind Chill (2007)

Uma das poucas coisas que faz com que me consiga relacionar com a personagem masculina principal, é o facto de ele ter engendrado um plano ridículo para conseguir estar algumas horas fechado num carro com Emily Blunt.

E isso apenas no sentido primário idiota de “tenho que arranjar uma maneira de faturar com aquela gaja boa!”

De resto, queria eu lá saber o que estava a acontecer ou o que ia acontecer com aqueles dois. Até porque à medida que o filme ia avançando, parecia-me que ambos não eram os seres humanos com as atitudes mais credíveis.

Ele no início parecia ser um psicopata que ia levar a Emily para um bosque sombrio e fazer sabe-se lá o quê, para depois revelar-se apenas um idiota com uma paixoneta tipicamente adolescente.

Os argumentistas a lançar um engodo só porque sim, hã. Genial. Ou então não.

E depois os diálogos. E as atitudes. E os fantasmas ridículos. Oh Deuses, a tortura…

Então a música natalícia serve para antecipar o surgimento de um fantasma? E como é que o rapaz encheu uma garrafa de litro e meio de mijo e sangue sem que ninguém se apercebesse?

Eu creio, verdadeiramente, que este filme foi sendo escrito conforme ia sendo filmado.

Medíocre. Passem à frente.

ps: a Emily não mostra as mamas.

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