Mission Impossible – Rogue Nation (2015)

MIssion Impossible Rogue Nation

Podia-se dizer que a história em Mission Impossible é sempre parecida, pois como o próprio nome sugere, teremos sempre uma missão qualquer dificílima que reúne sempre as mais ínfimas possibilidades de ser concretizada, ou seja, uma missão impossível.

A última inclusão no franchise – a brincar a brincar, já vai no quinto filme – não foge ao tema e tudo parece familiar, no entanto isso não quer dizer que estamos perante um filme fraco ou aborrecido.

Longe disso, até.

Temos as conspirações da praxe, agentes secretos por todo o lado e terroristas implacáveis. Desta vez, Ethan Hunt tem que desmascarar uma organização secreta que se chama O Sindicato, enquanto foge da CIA. Tudo para o bem da segurança nacional, pois claro.

Apesar de não ser nada de novo, existe uma aura de desconfiança ao longo do filme, pois não sabemos bem qual o objetivo de uma agente feminina no meio daquilo tudo. E, por falar em agente feminina, tenho que dizer que Rebecca Ferguson, para além de servir para lavar as vistas, consegue dar personalidade à sua personagem. Não está no filme com conotação sexual nenhuma e fez-me acreditar que era bem capaz de acabar com o sebo de Ethan Hunt.

O elenco, aliás, está todo muito sólido. Tom Cruise continua com carisma suficiente para carregar o filme às costas, mas tem a ajuda preciosa de Rebecca Ferguson, Simon Pegg (aqui mais em destaque), Jeremy Renner, Alec Baldwin e Sean Harris que nos dá um vilão bastante interessante. Melhor do que o de Ghost Protocol, mas ainda assim não tão temível como gostaria que fosse.

A imagem de marca de Missão Impossível são as sequências de ação, que são muito boas. Apesar de ter começado da melhor maneira com o avião, nenhuma delas tenha a espetacularidade daquela passada no Dubai no Ghost Protocol. Aliás, esperava um bocadinho mais de… impossibilidade, devo confessar.

Não, a sequência na água não me impressionou por aí além…

De qualquer maneira, Rogue Nation é um bom filme de entretenimento e mais uma ótima adição ao franchise que parece não dar sinais de querer parar por aqui. E eu espero que não!

Autor: Ricardo JM Vieira

Tenho a mania das artes e acho que o sentido de humor é das melhores coisas inventadas pela humanidade. Eu, pelo menos, gostava de ter.

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