World War Z

Zombies, zombies, zombies… As criaturas lentas, sedentas de carne humana, têm sido alvo de inúmeros filmes, séries, livros, videojogos, nos últimos tempos.

Tal excessiva utilização, tem tornado as criaturas parte desta sociedade moderna. O descuido que têm sido alvo e a constante alteração na sua “personalidade” original vão fazendo com que percam o seu aspeto assustador.

World War Z pega na temática e contribui para que os zombies fujam á sua essência. Quer dizer, eles no filme são terríveis. Diferentes. Não são nada lentos e propagam-se a um ritmo alucinante. Mas a forma como o filme foi dirigido, torna-o num filme de ação. Não assusta.

Se calhar, assustar nem era o objetivo. De qualquer forma, World War Z é um filme interessante, com bons momentos, mas que não deixa de ter as suas partes dispensáveis.

Vê-se bastante bem e é facilmente recomendável para um serão com os amigos. Um blockbuster, repleto de ação.

Sunshine

Tinha visto partes de Sunshine uma vez na televisão. Lembro-me de ter ficado com a sensação que, pelo menos, na parte visual o filme, parecia ser bom.

A verdade é que fiquei interessado, e agora, após ter visto com mais atenção, confirmo. Visualmente, Sunshine é bastante espetacular.

E, apesar de todas as impossibilidades científicas presentes, consegue ter uma história suficientemente cativante. Especialmente no primeiro e até meio do segundo ato.A partir daí, com a inclusão de um vilão completamente desnecessário, perde algum interesse.

Ainda assim, Sunshine é uma proposta interessante de Danny Boyle. Grandes visuais e excelente banda sonora de John Murphy, polvilhada com boas atuações de Cillian Murphy e Chris Evans.

O seu desequilíbrio narrativo, especialmente no último ato, é mesmo o seu ponto fraco.

Mama

Filme de terror com Guilhermo Del Toro envolvido, é sempre sinónimo de alguma coisa positiva. Nem sempre teremos o melhor (para quando um outro Labirinto Del Fauno), mas normalmente alguma coisa podemos extrair dos seus filmes.

Mama, é um filme de terror que contem alguma dessa positividade. Inicio interessante, misterioso o suficiente, bons visuais e ambiente. Mas, á medida que a história vai avançado, os clichés começam a surgir e aqueles lugares comuns dos filmes de terror recentes, são revisitados.

Perde força e interesse, mas, mesmo assim, Mama é um bocadinho superior á enxurrada de filmes de terror dos últimos anos (bem melhor que o Don’t Be Afraid of the Dark, também apadrinhado por Del Toro).

O final é deveras sui generis. Pontos por não ser aquele final feliz. Aliás, não sabia bem o que sentir. Se triste, se feliz.

Aí fiquei com a sensação que haviam por ali grandes ideias. Ou perderam-se pelo caminho, ou então os estúdios envolvidos meteram o bedelho.

Para quem quiser, pode acompanhar os filmes que vou vendo no letterboxd.

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