The Amazing Spiderman (2012)

Desta vez não é apenas o Spider Man, mas o The Amazing Spiderman!

Chegou a vez de dar uma espreitadela ao novo reboot de um dos heróis mais conhecidos da Marvel, o Homem-Aranha.

A mais recente incursão do aranhiço na 7º Arte, ainda está, digamos que, bem fresca, e foi-nos dada por Sam Raimi, em que Tobey Maguire fazia de Peter Parker e Kirsten Dunst de Mary Jane. Desta trilogia não vi o terceiro filme, mas gostei dos dois anteriores, especialmente do segundo. Pelo que li, parece que o terceiro deixou um pouco a desejar, mas não posso dizer se concordo ou não.

The Amazing Spiderman pretendia dar uma nova visão, mais fresca e jovem, onde pormenores da história deste super-herói seriam revelados de uma forma que ainda não tinha sido explorada. Pois sim, conversa fiada, publicidade apenas para criar hype.

A verdade é que o filme funciona como o primeiro de mais uma série deles (assim esperam os estúdios) e, por isso mesmo, contém todos aqueles pormenores mais que conhecidos. Na sua essência, é a história base de um nerd que é picado por uma aranha radioativa e que subitamente se vê com poderes sobre-humanos.

Tem também alguns momentos chave, como a morte do uncle Ben. Nada de novo portanto.

No entanto tem algumas coisas que o difere um pouco da trilogia anterior. Uma dessas coisas é a presença feminina, que desta feita é interpretada pela giraça Emma Stone. Sim nos outros também tinha uma mulher, mas aqui não estamos a falar de Mary Jane, a habitual companheira de Peter Parker, mas de Gwen Stacy. Para quem não sabe, Gwen Stacy foi o primeiro amor de Peter Parker.

De resto, tudo bastante competente, mas sem grande coisa que faça destacar este The Amazing Spiderman dos restantes filmes de super-heróis. Ainda assim, é um filme que entretém bastante e que contém alguns pormenores e sequências bem acima da média.

Cheguei ao fim sem saber bem como lidar com o vilão de serviço, o The Lizard. Para além de não ter gostado muito do CGI aplicado na conceção do réptil, quando ele foi derrotado fiquei com a sensação de ter visto algo inacabado, ou melhor, pareceu-me um anti-climax. Não existiu aquela sensação doce de vitória. Não me convenceu totalmente como um grande vilão este The Lizard.

Estava com boas expectativas, muito por causa do realizador, Marc Webb (500 Days of Summer anyone?), mas fiquei com um sabor amargo na boca. Não aquele amargo mesmo horrível, só aquele amargo que até se tolera.

Acaba por ser um reinício válido, mas esperava algo mais.

CITANDO:

May Parker: Secrets have a cost. They’re not free. Not now, not ever.

imdb trailer

7/10

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