Linkin Park–A Thousand Suns

A Thousand Suns

Acompanho o percurso dos Linkin’ Park desde o lançamento do duplo Disco de Diamante, Hybrid Theory e, A Tousand Suns, o mais recente trabalho da banda, teve o mesmo impacto dos seus anteriores.

E qual foi o impacto? Foi do género: “Mas isto é Linkin’ Park?” Foi sempre assim comigo e acho que continuará a ser. Talvez se deva ao facto de eles mudarem de álbum para álbum o estilo musical. Importante é se este a Thousand Suns passaria do impacto inicial assim para o esquisito, para uma opinião mais favorável. E a verdade é que  tenho ouvido o álbum e as músicas vão ficando cada vez mais no ouvido. Ainda assim, devo dizer que esperava um pouco mais.

Não tem, de longe a agressividade do Hybrid Theory ou do Meteora. Assemelha-se mais ao Minutes To Midnight, mas parece mais experimental e com muito som electrónico. É pena, mas a guitarra não abunda muito, especialmente os riffs mais agressivos.

O tom que abunda é o político, em especial a guerra a uma escala nuclear. As letras são , no geral interessantes (em alguns momentos inspiradas), e existe alguns momentos definitivamente surpreendentes. Um deles é a última faixa, The Messenger, que penso que ninguém estará á espera.

As faixas que mais gosto são:

Burning In The Skies:

Calminha, com uma letra e melodia que fica no ouvido. Um bom início, após 2 faixas pequenas de introdução.

I’m swimming in the smoke
Of bridges I have burned
So don’t apologize
I’m losing what I don’t deserve

Waiting For The End

A primeira vez que a ouvi achei-a estranha. O Chester canta-a de forma melancólica, mas o refrão vai crescendo e acaba por soar bem. O Mike também canta nesta faixa. Uma das que gosto mais.

And I don’t even know what kind of things I said
My mouth kept moving and my mind went dead
Picking up those pieces now where to begin
The hardest part of ending is starting again

Blackout:

A faixa mais agressiva do álbum. O Chester inicia-a com um rap á maneira e no refrão mostra toda a pujança que o tornou famoso nos concertos ao vivo. Pelo meio o Mike dá um ar da sua graça e termina com os dois a cantarem em uníssono. Dispensava era o som das teclas que surge pelo meio. Acho que encaixa mal.

No remorse for the trust your breaking
You run but then back you fall
Suffocate from the mess your making
You can’t get enough you take and take and take and take
F**k it are you listening

Wretches and Kings:

A melhor faixa do álbum e a que faz lembrar os velhos tempos da banda. Wretches and kings tem garra e ritmo. A letra começa e acaba com um excerto de uma famoso discurso de Mario Savio(activista).

There’s a time when the operation of the machine becomes so odious—makes you so sick at heart—that you can’t take part. You can’t even passively take part. And you’ve got to put your bodies upon the gears and upon the wheels, upon the levers, upon all the apparatus, and you’ve got to make it stop. And you’ve got to indicate to the people who run it, to the people who own it that unless you’re free, the machine will be prevented from working at all.

Iridescent:

Mais uma faixa que rapidamente fica no ouvido. Calminha e agradável, Iridescente possui um refrão que dá vontade acompanhar. Termina com um coro de vozes, que acredito será muito bom de ouvir ao vivo. Gosto muito.

Do you feel cold and lost in desperation?
You build up hope, but failures all you’ve known.
Remember all the sadness and frustration

The Catalyst:

Foi o single de lançamento e devo dizer que tem um início espectacular. Melodia, letra e vozes estão muito bem até ao minuto 2:40, quando entram as teclas com um som horrível.

God save us everyone
Will we burn inside the fires of a thousand suns
For the sins of our hands
The sins of our tongues
The sins of our fathers
The sins of our young

The Messenger:

Esta é a faixa mais surpreendente dos Linkin’ Park. Chester canta ao som de guitarra acústica. Faz lembrar Nirvana, por exemplo. Contudo acho que ele exagerou quando puxa pela voz, pois a mim parecem-me em certos momentos, mais berros que outra coisa. Não gosto muito.

When life leaves us blind
Love keeps us kind
It keeps us kind

 

A Thousand Suns é um bom álbum, mas penso que a banda é capaz de melhor. No entanto é mais uma boa adição á carreira deles.

12 Comments

    1. Fala ruben,blz?eu tbm sou fanatico pelo LP e assim como vc defendo muito esse novo albúm.Por q quem é fã nunca abandona…linkin park ñ e só uma banda mais sim um sentimento e exemplo.As pessoas deveriam olhar para esse lado e ver q o linkin park mudou para ajudar a mudar o mundo,o japao q o diga,graças a o linkin park eles ja estao reformando a area devestada…linkin park é um exemplo q todas as bandas deverião seguir!!!vlw,abraços!!!

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  1. nao é gritar rapaz, eu uso o Caps Lock mesmo para reforçar a ideia, nao estou a gritar com ninguem, como ja disse estou apenas a reforçar a ideia,a opiniao, e uso o Caps Lock tambem para mostrar a paixao que tenho por eles, digamos assim, é verdade que nao gosto muito que critiquem os Linkin Park, como é obvio nao e? mas nao grito com ninguem quando nao gosto da opiniao, so escrevi assim para mostrar mesmo o que achava dos Linkin Park, e os pontos de exclamaçao so foram mesmo necessarios porque nao gosto das musicas que nao têm letra, nada mais. mas se de alguma forma isso te incomodou… eu peço desculpa, é na boa

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    1. Não precisas de utilizar o Caps Lock para reforçar essa tua paixão pelos Linkin Park (pelo menos aqui no meu blgue), pois, em escrita da Internet, o Caps Lock equivale mesmo a gritar. Poderás utilizar numa ou noutra palavra, mas não fica bem em frases completas.

      Apesar de tudo, espero que continues a visitar este espaço.
      Cumprimentos.

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  2. LINKIN PARK É A MINHA BANDA FAVORITA!!! TODAS AS MUSICAS ESTAO LINDAS DESDE O HYBRID THEORY AO A THOUSAND SUNS, AQUI SÓ DISPENSO MESMO SÃO AQUELAS MUSICAS QUE SÓ TÊM SEGUNDOS(!!!) DE RESTO ADORO OS LINKIN PARK!!!

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    1. Olá Ruben!

      Fico contente que tenhas os Linkin Park como banda banda favorita. Quanto aos álbuns e á música, nem toda a gente tem os mesmos gostos.
      Aprecio imenso que reveles toda a tua paixão a gritar (o Caps Lock equivale a isso mesmo), mas será a última vez. Da próxima elimino o comentário.

      Abraço.

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  3. Pá. (belíssimo início de comentário este) Concordo em grande parte com tudo o que disseste. Só não acho que o som das teclas seja assim tão horroroso. Em relação à faixa “Wretches and Kings” é de facto a que mais se identifica com a identidade inicial da banda. Gostei também da “Blackout” pela agressividade da voz e pela letra que são de arrepiar e por fim devo dizer que não falaste de uma faixa que está entre as minhas favoritas. Chama-se “When They Come For Me”! “Catalyst” é a que menos gosto dentro das minhas favoritas. Por mim o álbum podia ter estas 4 faixas apenas. Dispenso o resto…

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