
Já tinha visto este filme aquando da sua estreia e na altura tinha-o achado mediano. Decidi revê-lo, após arranjar a versão directur’s cut. A impressão foi a mesma.
King Arthur é um filme aborrecido. Longe de épicos como Braveheart ou Gladiator. A sua abordagem é diferente do que tem sido costume na lenda do Rei Artur. Aliás, isso é logo dito no início da fita. Portanto esqueçam cenas fantasiosas com Merlin ou com Excalibur. No geral, os nomes são os mesmos, mas é tudo mais realista.
Até poderia resultar, só que o argumento falha em demasiados aspectos. Existem personagens descartáveis, muita falta de química e de desenvolvimento e momentos verdadeiramente aborrecidos. O filme é demasiado longo e nada equilibrado. Dava por mim a desesperar por uma batalha qualquer. Quando as houve, também não foram nada de especial.
De bom tem a banda sonora, composta por Hans Zimmer. Esse é o aspecto mais positivo. Clive Owen é capaz e competente, mas não torna o papel inesquecível. O resto do elenco não sobressai e Keira Knightley, apesar de segurar o seu papel com força, tem uma Guinevere absolutamente parva que mais parce a Xena, Princesa Guerreira.
É uma fita fraca e aborrecida, com poucos momentos interessantes. Longe dos grandes épicos já feitos.
Realizador: Antoine Fuqua/2004
De Positivo: Banda sonora. Uma ou outra cena épica.
De Negativo: Muito aborrecido, por vezes. Interpretações medianas. Falta de química e desenvolvimento.
Guinevere: This is heaven for me.
Lancelot: I don’t believe in Heaven, I’ve been living in this Hell. But if you represent what Heaven is, then take me there.
Concordo contigo. O filme é muito fraquinho e com um final demasiado “cliché”.
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Quando o vi reti a mesma opinião!
Aborrecido, mas com uma banda sonora, mas preciso de rever!
Abraço
Cinema as my World
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