
A cidade de Ember tem sobrevivido por várias gerações muito graças ao engenho de pessoas conhecidas como os “os arquitectos”. Os arquitectos criaram algo de extraordinário, uma cidade subterrânea, iluminada por um enorme gerador. Mas eis que esse mesmo gerador começa a falhar. É chegada então, a altura de sair de Ember.
Esperava um filme melhor do que realmente City of Ember é. O filme não é mau, existem propostas bem piores, mas pelo elenco, pela artwork e pelos trailers que iam saindo, estava convicto que esta fita iria ser um bom produto de entretenimento, um filme para toda a família ver. Mas a verdade é que estamos perante um filme razoável, nada mais do que isso. Parece-me, sinceramente, que se apostou pouco no argumento. Se o realizador fosse um pouco mais ousado, talvez tivéssemos outro produto entre mão. A cenografia é boa e a arquitectura de Ember bastante aprazível de se ver. Mas tudo o resto é bastante banal.
Tim Robbins e Bill Murray, os dois nomes mais sonantes, têm participações pequenas e, verdade seja dita, algo dispensáveis. O destaque vai todo para a jovem Saoirse Ronan, que parece cada vez mais confirmar um futuro muito auspicioso. Esperemos pelo pelo seu desempenho no próximo filme de Peter Jackson, Lovely Bones.
City of Ember fica-se pelo meio termo. Agradou-me a sua visualização, mas tenho a sensação que talvez nunca mais dê uma segunda olhadela. É um daqueles filmes que ficam esquecidos na prateleira e que se alguém pergunta por ele nós respondemos: “é porreirito, mas não é nada demais”.
Aspectos positivos: Cenários.
Aspectos negativos: Pouca ousadia na realização.
É um filme bastante interessante. Surpreendeu-me pela positiva. É verdade que o potencial do livro dava para mais. Mas temos aqui um belo filme de Domingo à tarde.
Abraço
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Não sabia que Robbins e Ronan estavam no elenco. Soa como desperdício.
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Um pouco Gustavo, um pouco… Mas, ainda assim, dá-lhe uma oportuinidade.
Abraço.
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Existem poucos filmes de aventura como este, actualmente. Julgo que há uns anos atrás a oferta era maior, portanto vejo este City of Ember como algo para colmatar essa lacuna. Porém tem claramente muitas deficiências a nível argumentativo, o que é pena, pois tinha muito a dar.
Dar-lhe-ia 2,5*.
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Concordo, Tiago. A oferta agora é pouca, realmente. O que é uma pena, pois é um género que faz falta ao cinema.
Abraço!
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