The Unborn (2009)

O cinema de terror repete-se e repete-se e repete-se… The Unborn é mais um daqueles filmes que segue uma fórmula já batida, mas que anda assim consegue fracassar em diversos pontos. Temos então a história de Casey, uma jovem que assim do nada começa a ter visões perturbadoras de cães com a cabeça ao contrário, fetos com olhos malignos e coisas assim.

Intrigada com as visões e com o facto de, ao estar a preparar o pequeno-almoço sair um bicharoco de um ovo, decide investigar o que se passa. Descobre uma maldição que assombra a sua família há décadas, e que existe apenas uma maneira de a eliminar: fazendo um exorcismo. Portanto, não temos nada de novo. Apenas mais uma história de um espírito que tem de ser exorcizado.

Até poderia ser interessante. Cada filme é cada filme. Desde que bem interpretado, bem escrito e bem realizado. Mas The Unborn falha nesses aspectos. Odette Yustman tem um desempenho muito fraco. Tive a investigar a rapariga e descobri que ela é muito novinha. Menos mal para ela, pode ser que evolua. Mas não é só ela. O Casting deste filme foi terrível! A única excepção é Gary Oldman que, sinceramente, não sei como é que foi aceitar fazer parte deste filme. O argumento parece que ia sendo escrito aos poucos enquanto se ia filmando as cenas. Não existe consistência. Casey descobre problema, Casey logo a seguir acha pista para resolver o problema. Depois uma cena para meter medo. Casey descobre problema… Pelo meio Casey mostra o corpo. E pelo fim morre a amiga, que por acaso é preta e que por acaso tinha sido avisada. Já cansa isto. Parece tudo igual. Apenas mudam as histórias e os actores.

Não recomendo este filme a ninguém. Para terem a noção do fracasso do filme, notem que eu, de cada vez que chegava à cena do “susto”, eu ria-me. Desde o poster de promoção que apelava ás hormonas, com a inclusão de uma rapariga em cuecas na casa de banho, que quase que apostava que o filme não ia valer nada. E, na minha humilde opinião, infelizmente acertei.

4/10

 

Autor: Ricardo JM Vieira

Tenho a mania das artes e acho que o sentido de humor é das melhores coisas inventadas pela humanidade. Eu, pelo menos, gostava de ter.

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