The Bucket List (2007)

The Bucket List

When he closed his eyes, his heart was opened

O executivo multi-milionário Edward Cole (Jack Nicholson) e o mecânico da classe operária Carter Chambers (Morgan Freeman) vivem em mundos muito diferentes. Numa reviravolta do destino, os seus destinos cruzam-se num quarto de hospital e descobrem que têm duas coisas em comum: um desejo de gastar o tempo que lhes resta a fazer tudo aquilo que sempre desejaram e uma necessidade inconsciente de se aceitar tal como são.
Juntos embarcam numa viagem única, tornando-se amigos e aprendendo a viver a vida no seu melhor, com sensatez e humor. Cada uma das aventuras elimina uma das alíneas da lista.

O que me chamou a atenção neste filme foi o elenco. Morgan Freeman e Jack Nicholson, dois “monstros” da representação a contracenar juntos. Tinha-o em lista de espera há uns meses e hoje decidi ver. Posso afirmar que The Bucket List não é um filme original. São aos pontapés os filmes do mesmo género. Mas ainda assim consegue agradar e mexer com as emoções da plateia.

As interpretações são óptimas e acredito que sem estes dois pesos pesados o filme seria banalíssimo. Existe uma diferença de perspectivas entre as duas personagens, estranhos no início mas grandes amigos no fim, que dá um belo sentido ao filme. Carter é a pessoa responsável, com uma incrível sabedoria e fé, amargurada e até arrependida de não ter feito certas coisas na vida. Edward é muito mais rebelde e irreverente, mas não possui felicidade dentro de si. Salta á vista imediatamente uma mensagem: o dinheiro não compra felicidade.

Nunca é tarde demais pode servir de lição de vida para alguns, acredito. Pode fazer reflectir algumas pessoas na vida que levam, ou que gostariam de levar. Para mim tornou-se num bom filme que gostei de ver. Nada de extraordinário, mas existem bem piores. Uma boa história sobre amizade, amor, felicidade. Ninguém deve morrer sozinho, muito menos sem felicidade na vida… Enfim, um “carpe-diem”, pode-se dizer.

Nunca é Tarde Demais de Rob Reiner

7/10

Autor: Ricardo JM Vieira

Tenho a mania das artes e acho que o sentido de humor é das melhores coisas inventadas pela humanidade. Eu, pelo menos, gostava de ter.

4 thoughts on “The Bucket List (2007)”

  1. Este é daqueles filmes que vale pelo seu enorme coração e pela ternura que emana durante a sua total extensão. Não é, digamos, cinema no seu estado mais puro, mas pode e deve ser considerado uma lição de vida (digo eu…).

    Também lhe dou 7 em 10.

    Abraço

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