Alguma vez esperaste que um chimpanzé conversasse contigo?

Não se assustem com a duração do vídeo, pois este é um daqueles que provoca um efeito hipnótico em quem o está a ver.

O homem do vídeo chama-se Neil DeGrasse Tyson e, para além de ser muito inteligente, têm o condão de conseguir comunicar com enorme clareza muitas questões complexas.

Aqui fala da nossa origem atómica,  e do que esperar de uma espécie 1% mais evoluída do que nós. Muito interessante!

Ah, a maioria da malta conhece este homem através do seguinte meme:

A Terra em alta resolução

A foto foi tirada pela sonda de observação terrestre Suomi NPP no dia 4 de Janeiro e apelidada de Blue Marble 2012 (berlinde azul 2012).

Segundo a NASA é a foto com mais resolução de sempre. Para quem quiser confirmar e ver o nosso pálido ponto azul, que clique aqui→. Fiquem avisados que estamos a falar de uma imagem com 8000 x 8000 de resolução e que pesa mais de 16MB. Não estranhem o tempo que demorará a carregar.

[NASA]

Os gigantes do Universo

Uma imagem que exemplifca a escala do tamanho de alguns corpos celestesDa esquerda para a direita: Anã vermelha, o Sol, Anã azul e a estrela R136a1

Se as formigas pensassem, qual seria o seu pensamento sempre que olhassem para cima e vissem um individuo da espécie humana?

Viveriam eternamente assustadas ou maravilhadas por partilharem o solo com seres tão gigantescos?

E nós, gigantes para as formigas, vistos do espaço, não passaremos também de “formigas”?

E o nosso belo planeta, que alberga milhões e milhões de seres minúsculos e gigantescos, como se sente perante colossos como Júpiter ou a nossa estrela, o Sol?

Mas, e se fizermos uma viagem pelo Universo? Como se sentiria no final dessa jornada o Sol, esse gigante brilhante? Pequeno, certamente, como poderão confirmar assistindo ao vídeo que se segue:

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O pálido ponto azul

O vídeo que acabaram de assistir é da autoria de David Fu e narrado pelo grande Carl Sagan. Mostra a relevância/importância da nossa espécie e do nosso Lar, perante a imensa vastidão negra do Universo.

Para complementar este vídeo tão inspirador, com palavras tão acertadas, repletas de humildade e racionalidade, traduzi outras que podem ouvir no documentário que recomendo, The 11th Hour.

«Nós estamos psicologicamente adormecidos. Enfraquecemos os nossos sentidos desde a manhã até á noite; seja com barulho, música alta ou luz á noite.

Portanto, ninguém vê a beleza.

E se perdemos a noção da beleza do mundo, então vamos procurar por substitutos. Eric Hoffer disse uma vez: tu nunca conseguirás ter o suficiente daquilo que na realidade não queres. Isto significa que andamos constantemente carentes, mas a perda, o sentimento de perda, surge sem sabermos bem o que perdemos.

O que perdemos, foi, a beleza do mundo. E tentamos compensar isso, conquistando-o, possuindo-o.»

Á velocidades dos neutrinos?

Segundo Albert Einstein, existe pelo menos uma coisa absoluta no Universo: a velocidade da luz no vácuo. E, até hoje, essa velocidade de quase 300 000 km/s, tem sido considerada como um limite intransponível.

No entanto, cientistas que trabalham no CERN, apresentaram dados que podem vir a “destruir” um dos pilares da ciência moderna. Afinal parece que existem partículas que fazem a luz comer pó! Essas partículas são os Neutrinos.

O Neutrino, segundo a nossa amiga Wikipédia, é uma partícula minúscula muito difícil de detetar, uma vez que interage muito pouco com a matéria. A maioria dos 50 triliões de Neutrinos que atravessam o nosso corpo a cada segundo, são proveniente do Sol. A sua descoberta teórica ocorreu em 1931, mas só em 1956 é que foi provada.

Os cientistas, nos tempos mais recentes, têm enviado os Neutrinos em “viagens” de 732 km, e para surpresa de todos, eles têm chegado ao destino 0,00000006 segundos mais cedo que o que seria, supostamente, possível.

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Estaremos a fazer da Lua mais velha do que realmente é?

A origem da Lua ainda continua um mistério, mas a teoria mais aceite entre os cientistas, diz que a sua formação ocorreu quando o nosso sistema solar era um bebé muito instável, onde ocorriam muitos impactos entre corpos celestes.

Um desses impactos gigantes, entre um astro do tamanho de Marte chamado Theia contra a versão inicial do planeta Terra, teria dado origem a detritos que ficaram aprisionados no campo gravitacional da Terra e que posteriormente se condensaram no nosso satélite natural.

Por isso julgava-se que a Lua teria, mais ou menos, a idade do nosso sistema solar, ou seja 4,6 mil milhões de anos aproximadamente. No entanto, os cientistas ao analisarem mais uma vez um pedacinho de rocha trazido em 1972 pelos astronautas John Young e Charles Duck da missão Apollo 16, foram surpreendidos pelos resultados. Afinal, a Lua será 200 milhões de anos mais jovem!

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Noite de super-lua

Ontem, dia 19 de Março de 2011, a Lua este no seu ponto mais próximo do planeta Terra (perigeu). Como não bastasse, ontem era Lua Cheia e por isso muitos viram o nosso satélite natural bem maior e bem mais brilhante.

Este fenómeno ocorre, porque a órbita da Lua é elíptica, aproximando-se e afastando-se da Terra, á medida que orbita em seu redor. Contudo, estar Lua Cheia no perigeu é mais raro, e já não acontecia há 18 anos.

Para quem não se apercebeu, pode ver fotografias do espectáculo aqui e aqui.