“War is coming”, em Game of Thrones!

Confesso que já estou com saudades do espetacular genérico (e das personagens, claro) de uma das melhores séries do ano passado.

Game of Thrones, uma produção de enorme qualidade da HBO – não é por acaso que tem a incrível pontuação de 9,4 no IMDB – , conquistou uma grande legião de fãs, e conseguiu o feito de agradar tanto a quem leu os livros na qual é baseada, como a quem não os leu.

Poster da 2º Temporada

Quem não viu primeira temporada, sugiro que o faça rapidamente. A segunda estreia já no próximo dia 1 de Abril, e agora é o momento ideal para (re)ver os primeiros 10 episódios.

Continuar a ler

Esta já parece ser a minha Fringe

Após ter desabafado que Fringe andava perdida, com episódios bem mornos e sem sal, eis que, qual fénix renascida das cinzas, começa a regressar aos grandes momentos.

O episódio 8, após uma paragem de 2 meses, foi tão desconcertante e inesperado que não pude deixar de sentir um grande alívio.

Afinal, eles sabem que sem nós, os fãs dedicados que acompanham religiosamente cada episódio, Fringe não tem futuro (ou menos futuro). E é para nós que têm de escrever episódios assim. Se Fringe não ganhou grandes audiências até aqui, não era agora que o ia fazer, e foi isso que me pareceu que os produtores tentaram fazer com os casos semanais…

Tarde ou não, estes dois últimos episódios («Back to whe’re you ‘ve never been», «Enemy of my enemy»), conseguiram renovar* toda a minha confiança para o que resta da série.

A mitologia regressou em força, caras conhecidas voltaram e agora temos objetivos estabelecidos para os restantes episódios. Ah, e nada é o que parece! E o novo vilão está assombroso!

A ver vamos como o novelo se irá desenrolar. Para já, estou a gostar.

(*) Fringe renovou a minha esperança, num curioso paralelismo com outra série.

American Horror Story

Esta primeira temporada desta série da autoria dos mesmos criadores de Nip/Tuck e Glee, foi uma surpresa extremamente agradável. Insana, imprevisível, magnética, confusa ás vezes, mas sempre capaz de prender quem está a ver deixando-o ansioso pelo próximo episódio.

Estes primeiros treze episódios de uma série que promete vir a tornar-se num fenómeno de popularidade, caso continuem com a mesma forma irreverente de contar uma história, giram em torno de uma família que se muda para uma casa, digamos que, bem assombrada.

Sem querer revelar muito mais da história, até porque é muito boa e com algumas surpresas deliciosas, posso ainda dizer que, caso se sintam confusos com o primeiro episódio ou em algum momento, não se preocupem que o novelo irá ser desenrolado até tudo ficar claro no final.

Continuar a ler

Quando 10 minutos renovam a esperança

Agora que The Walking Dead entrou em hibernação até Fevereiro próximo, penso que é uma boa altura para lhe dedicar umas palavrinhas.

A primeira temporada, que gostei bastante e de que falei aqui, foi muito curta. Os 6 episódios foram suficientes para agarrar uma boa quantidade de pessoas, e a expectativa para uma segunda, ainda melhor, estava alta.

O primeiro episódio, aquele que marca o regresso de uma série, tem sempre que conseguir agradar aos fãs que religiosamente acompanharam todos os episódios anteriores, mas ao mesmo tempo tentar agarrar e trazer mais pessoas para a série em questão.

What Lies Ahead, conseguiu esse feito e as audiências foram tão estrondosas, que a AMC decidiu renovar a série para mais uma temporada.

Continuar a ler