
O que eu quero é manter a ambição de melhorar os projetos de ano para ano. O que eu gostava realmente era que as pessoas ouvissem a minha música, percebessem a música e percebessem o porquê da música.

O que eu quero é manter a ambição de melhorar os projetos de ano para ano. O que eu gostava realmente era que as pessoas ouvissem a minha música, percebessem a música e percebessem o porquê da música.
Já parou para pensar por que é que existem descontos? O desconto só existe para se poder baixar um preço que estava caro. Se ele já estivesse barato não eram preciso descontos, não é verdade? E com as promoções é a mesma coisa.
Após Anders Breivik ter dito que praticou os atentados recorrendo á ajuda dos videojogos – num julgamento mediático que muito me irrita. Não seria possível julgar este ser humano desprezível mais discretamente? Será realmente necessário dar-lhe estes momentos de “fama”, para que atraia outros tão loucos como ele? – adivinho que todos aqueles defensores acérrimos que os videojogos promovem a violência e influenciam as pessoas, sairão, mais uma vez, das suas tocas.
Sim, é verdade que existem jogos violentos. E sim, os jogos estão cada vez mais realistas. E sim, as crianças nos dias que correm tem acesso facilitado a este tipo de entretenimento.
Mas, convém que se saiba que, atualmente, existe um sistema de classificação etária (ESRB), que divide os videojogos naqueles livres de qualquer tipo de violência, até aqueles que vivem dela.
Portanto, os pais das crianças que passam os dias a jogar Call of Duty, deverão ter a responsabilidade de evitar que isso aconteça (se acharem que isso está a contribuir negativamente para o desenvolvimento da criança).
O problema é que a grande maioria dos pais anda alheado do que os filhos fazem.
Desde que os filhos não os chateiem muito, para eles está tudo bem. E não pode ser assim!
Haja bom senso.

Numa era em que a tecnologia está em todo o lado, em que cada vez mais estamos ligados através de “fios” e “wi-fi”, redes sociais e gadgets para todos os gostos, ainda existem aqueles que continuam a valorizar a companhia de um bom livro.
[9gag]
Não me vou alongar muito neste texto sobre a aberrante e inacreditável #pl 118, pois certamente serão poucas as pessoas, que se procuram informar, que já não saberão do que trata a lei e, menos ainda, concordarão com ela.
De qualquer maneira, e muito resumidamente, a #pl 118 pretende encher os bolsos de muita gente, roubando (e é o termo mais acertado), o zé povinho , comerciantes e artistas independentes.
Por outras palavras, eles (a malta porreira da SPA, juntamente com outras entidades) querem taxar os dispositivos de armazenamento – dos cd’s, passando pelas pen’s, mp3′s e terminando, imagine-se até nos telemóveis – alegando que essa mesma taxa servirá para compensar os artistas pela perda inerente á pirataria e blá, blá, blá.
Essa malta genial, acusa qualquer consumidor de ser “pirata”! Ainda antes de tirar o plástico que sela o equipamento comprado.
Da esquerda para a direita: Anã vermelha, o Sol, Anã azul e a estrela R136a1
Se as formigas pensassem, qual seria o seu pensamento sempre que olhassem para cima e vissem um individuo da espécie humana?
Viveriam eternamente assustadas ou maravilhadas por partilharem o solo com seres tão gigantescos?
E nós, gigantes para as formigas, vistos do espaço, não passaremos também de “formigas”?
E o nosso belo planeta, que alberga milhões e milhões de seres minúsculos e gigantescos, como se sente perante colossos como Júpiter ou a nossa estrela, o Sol?
Mas, e se fizermos uma viagem pelo Universo? Como se sentiria no final dessa jornada o Sol, esse gigante brilhante? Pequeno, certamente, como poderão confirmar assistindo ao vídeo que se segue:
Os motins que começaram há 4 dias atrás em Londres parecem ter acalmado. Talvez se tenham fartado de partir montras e roubar tudo o que esteja á mão, ou então talvez tenha sido culpa da chuva, essa malandra, que surge nos momentos menos propícios.
A morte de Mark Duggan terá sido o rastilho para a explosão em massa de uma sociedade com alta taxa de desemprego e elevados níveis de racismo. Posteriormente o famoso ditado a ocasião faz o ladrão, pode ser perfeitamente aplicado.
Um sintoma que existe uma bolha a crescer há alguns anos e que deverá estar bem grande. Chega um dia que rebenta e aí podem destacar os polícias que quiserem e tiverem, que não fará diferença. Seja em Londres, seja em Lisboa…