A terceira temporada de Fringe acaboude uma maneira que ninguém estava á espera, mas no geral conseguiu satisfazer os fãs.
Apesar de ter audiências baixas e de os produtores terem arriscado ir por caminhos perigosos, a Fox decidiu renovar a série por mais uma temporada.
Os fãs, eu incluído, esfregaram as mãos de contente e os produtores ficaram com uma excelente oportunidade em acabar em beleza uma das melhores séries dos últimos anos. Tudo parecia bem!
O pior é que após o hiato da praxe, Fringe regressou com um season premiere bastante morno. E ainda pior, manteve esse nível morno nos episódios que se seguiram.
A riquíssima mitologia da série não tem sido aproveitada da melhor maneira e temos tido destaque para casos semanais que não aquecem nem arrefecem.
Isto tudo é um bocado estranho. Ainda para mais, quando se sabe que Fringe vive da dedicação de, mais ou menos, os mesmos fãs todas as semanas. Esses fãs não querem casos insossos, nem que se perca tempo a encher chouriços com pormenores que não trazem de novo para a história.
O que estamos a ver não é a nossa Fringe! Como fã, sinto-me exatamente como o Peter se sente: sozinho e deslocado da realidade. Ele não pertence ali, nem Fringe, como está agora, pertence aos seus fãs.
Destes 7 episódios exibidos até agora, o destaque vai claramente para o episódio And Those We’ve Left Behind, que me fez ficar esperançado que o melhor estava para vir.
E se calhar até está. Apesar de tanto desapontamento, ainda tenho fé. Ou como diz o grande Jorge Jesus: «Eu acardito!»
fonte da imagem: Seriable


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Estou estacionado no inicio da temporada ainda mas “acardito” pois nao senti vontade de regressar ainda.
Parece que, e como diz esse grande coitado do Victor Pereira, já “não há ponta por onde se lhe pegue.”
Agora fizeste-me rir Armindo com essa analogia.
Tem de ser sempre assim, Ricardo!
Temos de ter good vibes!