A Terra em alta resolução

A foto foi tirada pela sonda de observação terrestre Suomi NPP no dia 4 de Janeiro e apelidada de Blue Marble 2012 (berlinde azul 2012).

Segundo a NASA é a foto com mais resolução de sempre. Para quem quiser confirmar e ver o nosso pálido ponto azul, que clique aqui→. Fiquem avisados que estamos a falar de uma imagem com 8000 x 8000 de resolução e que pesa mais de 16MB. Não estranhem o tempo que demorará a carregar.

[NASA]

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Esta já parece ser a minha Fringe

Após ter desabafado que Fringe andava perdida, com episódios bem mornos e sem sal, eis que, qual fénix renascida das cinzas, começa a regressar aos grandes momentos.

O episódio 8, após uma paragem de 2 meses, foi tão desconcertante e inesperado que não pude deixar de sentir um grande alívio.

Afinal, eles sabem que sem nós, os fãs dedicados que acompanham religiosamente cada episódio, Fringe não tem futuro (ou menos futuro). E é para nós que têm de escrever episódios assim. Se Fringe não ganhou grandes audiências até aqui, não era agora que o ia fazer, e foi isso que me pareceu que os produtores tentaram fazer com os casos semanais…

Tarde ou não, estes dois últimos episódios («Back to whe’re you ‘ve never been», «Enemy of my enemy»), conseguiram renovar* toda a minha confiança para o que resta da série.

A mitologia regressou em força, caras conhecidas voltaram e agora temos objetivos estabelecidos para os restantes episódios. Ah, e nada é o que parece! E o novo vilão está assombroso!

A ver vamos como o novelo se irá desenrolar. Para já, estou a gostar.

(*) Fringe renovou a minha esperança, num curioso paralelismo com outra série.

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Planet of the Apes (1968)

«Somewhere in the Universe, there must be something better than man!»

Deveria ter visto este filme antes de ter assistido á sua prequela, Rise of the Planet of the Apes. De qualquer maneira, é quase sempre curioso e interessante, fazer o inverso e começar pelo início e não pelo fim de uma história.

Planet of the Apes é um filme de Ficção-Científica estreado em 1968 – curiosamente nesse mesmo ano também estreou um dos grandes clássicos e um dos melhores ensaios de Stanley Kubrick, 2001: A Space Odyssey – estrelado por Charlton Heston e dirigido por Franklin J. Schaffner.

O argumento é baseado no livro La Planète des Singes do autor Pierre Boulle, onde é descrito que num futuro longínquo, uma pequena tripulação de humanos que viajava pelo espaço, aterra num planeta aparentemente desolado e sem vida.

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E que tal um Gravatar?

Tenho reparado que da malta simpática que comenta este blogue, muitos não utilizam o excelente serviço Gravatar→.

O Gravatar (Globally Recognized Avatar), é um serviço de reconhecimento de avatares global que funciona mediante a associação de um endereço de e-mail. Quero com isto dizer que, para terem aquela imagem catita que vos identificará nos comentários, basta irem aqui→ e criarem uma conta com o vosso e-mail.

Depois podem escolher a tal imagem catita, preencher alguns dados pessoais, associar perfis sociais e até adicionar outros e-mails!

Et voilà! Já têm o vosso Gravatar→.

E agora, daí para a frente, a imagem que vocês escolheram para vos identificar, irá aparecer sempre que façam um comentário nos blogues e sites que utilizam este serviço. E acreditem que são muitos.

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Uma grande curta #14

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Man on the Moon (1999)

Man on the Moon é uma biografia da mais excêntrica, destemida, genial e inclassificável figura da história do espetáculo dos Estados Unidos da América, Andy Kaufman→.

Kaufman morreu com apenas 35 anos, em 1984, com um cancro, deixando atrás de si um legado que tem tanto de estranho como de genial.

O “song and dance man“, como se apelidava, teve participações no lendário programa Saturday Night Live, um papel secundário→ na série de televisão Táxi, um alter ego tresloucado, irritante e cantor (bem desafinado) de cabaret chamado Tony Clifton→, uma série de performances que variavam entre o desconcertante, o original e o inesperado, pois Kaufman tanto podia ler The Great Gatsby do início ao fim com pronúncia Inglesa, como imitar Elvis Presley na perfeição.

Entre várias outras imitações embaraçosas e propositadamente más.

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É preciso comentar mais!

Aqui há uns dias surgiu na web uma discussão acerca da validade e importância dos comentários nos blogues.

A discussão, saudável diga-se, começou após Matt Gemmel ter decidido retirar a funcionalidade do seu blogue, criando um artigo onde explicou as suas razões. As repercussões surgiram em vários blogues, uns apoiando Gemmel, outros fazendo o oposto.

Apesar de existirem alguns bloggers notáveis que optam por não terem comentários, pessoalmente ainda penso que eles valem a pena.

Sim, a fragmentação hoje é muita, especialmente se estendermos os nossos artigos ás redes sociais. São likes no facebook, +1 no Google Plus e até retweets no Twitter. Os comentários, outrora extremamente populares – até porque não existiam as redes sociais, ou não estariam na moda – têm cada vez menos espaço, e são em menor quantidade.

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